
Como tem muito tempo (umas duas semanas) que nao falo da Robyn aqui no blog, resolvi pegar tudo que eu vi dela nos últimos tempos e fazer um megapost dividido em duas parte! \o/.
Todo mundo sabe que a Kelis e a Robyn formaram esse ano a incrível All Hearts Tour, mas o que poucos sabem é que mais pessoas estavam nesse barco. Os colegas de gravadora de Robyn na Cherrytree Records, o grupo de club/rap Far East Movement abriu alguns shows da sueca, e durante o tempo que eles passaram juntos resolveram fazer uma bricandeira com a faixa “Don’t Fucking Tell Me What to Do” do “Body Talk pt. 1“.
O grupo criou uma música nova com a base da faixa e renomearam-na para “Don’t Fucking Tell Me What To Drink” e até aproveitaram imagens da turnê para fazer até um videoclipe, que acreditem, ficou bem bom. Robyn também entrou na onda e gravou algumas falas novas para essa versão. Durante a música é possível ouví-la dizer algumas vezes “don’t fucking change my fucking song“, hahaha, muito bom! Conto para vocês que estou bemmm viciadinho nesse mix.
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Para quem ainda é fã da versão original, confira um remix oficial que foi lançado no promo single:
Robyn – Don’t Fucking Tell Me What To Do (Mylo & Sharez Remix)
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E para você que ainda não viu nada no youtube da All Hearts Tour, o John do Ali’s Blog foi no show dia 4 de agosto e fez dois vídeos com lances da noite. O da Kelis tem “Scream”, “Home”, “4th of July”, “MilkShake”, a cantora contando que estava doente e “Acapella”.
Já o da Robyn tem “Fembot”, “Hang With Me”, “Dancing On My Own”, Robyn comendo banana, “Don’t Fucking Tell Me What to Do” e os hits antigos “Be Mine” e “Show Me Love”.
Ufa! Daqui a pouco a parte 2 da Robyn Weekend. A imagem lá em cima é o poster promocional da turnê das duas.

Outro dia Robyn fez um pocket show em Nova Iorque no I Heart Radio. Na época só tinham liberado a performance de “Dancing On My Own“. Mas hoje para felicidade geral da nação mais performances foram divulgadas!
A linda “Hang With Me”, que infelizmente foi na versão baladinha do “Body Talk pt. 1″ e não o pancadão melancólico do “Body Talk pt 2″.
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Novamente o cover de “Try Sleeping With a Broken Heart” de Alicia Keys.
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O hit “With Every Heartbeat” que bombou loucamente nas pistas e provavelmente quase todo mundo que ouvia conhecia a música nas não o rosto que cantava.
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E talvez o hit mais antigo dela, da época em que ainda era controlada por gravadoras, menininha promessa do pop, rs, “Show Me Love”.
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No cd a voz dela fica escondida por trás de tantos riffs, e sintetizadores e auto-tunes que alguns podem até achar que ela não sabe cantar, mas showzinhos como esses nos mostram que ao vivo não precisa de nada escondendo a limpa e potente voz que ela tem.

Exatamente 1 mês antes de ser lançado, o novo cd de Robyn “Body Talk Pt. 2” vazou na net, um dos mais aguardos por mim nesse segundo semestre, que continua a obra-prima que foi o “Body Talk Pt.1“. Estava muito curioso para saber se ela ia conseguir manter o patamar nessa nova fase. Então vamos lá!
Abrindo o cd temos “In My Eyes”, que não tem muita ligação com o “Body Talk Pt. 1″, é muito mais pop e orgânica, à primeira vista nos dando a mensagem que essa segunda parte não é uma continuação da primeira e sim uma outra face da cantora, mas “Include Me Out” me lembrou porque eu gostei tanto da parte 1, é forte, com muito bass e sintetizadores, incrível.
A terceira faixa é a deliciosa “Hang With Me”, o primeiro single dessa parte cujo videoclipe estreou há algumas dias atrás. Dispensa comentários. Emula o mesmo sentimento de melancolia na pista que já vivenciamos em “Dancing On My Own”.
“Love Kills”, anteriormente conhecida como “Looking For Love”, já tinha aparecido em um vídeo do making of do disco, mas ficou muito mais incorpada com um instrumental bem mais rico do que a versão que eu já tinha ouvido. É alucinada e viciante, assim como “We Dance To The Beat” que é espacial e levemente futurista. Assim como você repetiu por meses “killing me, killing me, killing me“, agora você vai repetir “we dance to the beat, we dance to the beat, we dance to the beat“.
Com 10 segundos de música eu já sabia que “Criminal Intent” ia ser minha faixa favorita do cd. É empolgante, tem uma pegada dubstep e uns loops que dão vontade de sair dançando por aí. Amei, quero como single.
A penúltima música do disco é “U Should Know Better”, que tem a participação inusitada de Snoop Dogg. A primeira coisa que me veio à cabeça ouvindo-a foi a semelhança com outro hit dela, a pop “Cobrastyle”. Gostei, mas eu esperava mais dessa colaboração dos dois.
E fechando o cd “Indestructible”, a ÚNICA balada dessa parte 2. Se Robyn seguir a mesma tática que ela já usou, o primeiro single da parte 3 provavelmente será essa faixa em versão não acústica.
Até agora o “Body Talk Pt. 1″ é o melhor dos dois, principalmente pelo fato que pegou todo mundo de surpresa, ninguém imaginava que seria tão bom, aliás ninguém esperava nada tão significativo, a expectativa estava baixa. Para a parte 2 todo mundo já estava de olho e à espera de outra realeza pop. “Body Talk Pt. 2″ não revolucionou tanto quanto a parte 1, porém manteve o patamar de seu antecessor. Com a chegada da parte 3 em dezembro, que será a junção da parte 1 e 2 + algumas faixas novas, não tenho dúvida nenhuma que o álbum fechará 2010 como o melhor cd pop do ano.
Ouçam aí e me digam qual vocês gostaram mais? Qual foi a maior decepção? E a maior surpresa?
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Don’t Skip: “Include Me Out”, “Hang With Me”, “Love Kills”, “We Dance To The Beat”, “Criminal Intent”

Body Talk Pt 2
1. In My Eyes
2. Include Me Out
3. Hang With Me
4. Love Kills
5. We Dance to the Beat
6. Criminal Intent
7. U Should Know Better (ft. Snoop Dogg)
8. Indestructible (acoustic version)

Robyn deu um tempinho em sua All Hearts Tour com a Kelis para se apresentar para o IHEARTRadio em Nova Iorque. A cantora cantou para fãs sortudos 7 faixas em um pocket show. Entre as faixas cantadas, hits antigos como “Be Mine”, o cover de Alicia Keys para “Try Sleeping With a Broken Heart” e os singles mais recentes “Hang With Me” e “Dancing On My Own” que pode ser conferido abaixo.
Antes da performance Robyn dá uma mini-entrevista e fala que hip hop foi sua música punk, e antes de começar seu projeto Body Talk ela ficou muito tempo indo em boates e ficando ali no escuro, no canto, só observando as pessoas no local. Talvez por isso ela tenha conseguido lançar essas faixas tão dançantes porém com uma história por trás dos sintetizadores.
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Quando ao “Body Talk pt. 2” o Popjustice já ouviu-o e disse que é um cd excelente, porém menos empolgante à primeira vista do que a parte 1, que tinha a missão de cativar o público logo de cara, mas a parte dois também tem faixas brilhantes que quando somadas às melhores da parte 3 poderão constituir uma obra-prima pop. “O site destacou como favoritas “Love Kills” e “Indestructible”.