Seguindo a vibe você pode ser feliz sendo você mesmo de “Raise Your Glass” que chegou ao topo das paradas americanas, P!nk volta com o segundo single da sua coletânea  “Gratest Hits…So Far!!!” que tenta repetir o feito do anterior. “F**kin’ Perfect” é a mesma história, só que contada mais devagar, então não é surpresa nenhuma que o clipe acompanhe a vida de uma menina sofrida, vítima bullying, que é revoltada e rouba, é anoréxica, tenta suicídio e todo tipo de sofrimento adolescente clichê de videoclipe, mas no fim tudo pode dar certo.

Será que sou eu que estou ficando sem coração por achar o clipe bem entediante? Essa história de clipe positivista já saturou, e a P!nk faz um seguido do outro? Só gostei do finalzinho quando a personagem acena pra P!nk. Te adoro, mas ó, k-kinda

It gets better P!nk. Next.

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Depois de ver o que todo mundo cantou, agora é a hora daquele momento gostoso, o Red Carpet, para falar do que a gente gostou e do que a gente não gostou. Infelizmente o American Music Awards decepcionou e usou a tradicional cor vermelha, nada inovador como o White Carpet do VMA ou o Purple Carpet do EMA. Estava na esperança de ver o Nude Carpet viu…fica pra próxima. Enfim, vamos lá:

Vamos começar por quem abriu o evento, Rihanna levando a sério o tema vermelho, como sempre apostando no couture, mas dessa vez achei que ela pegou leve com esse lace dress vermelho, achei lindo o freakum dress. E o decote atrás está incrível também. O cabelo a gente já nem comenta mais porque já ficou repetitivo, né? Com tanto vermelho em uma foto era só deitar no chão pra ficar invisível. Acho que esse ano quem mais acertou nas premiações foi ela. Lembram do EMA? Estava maravilhosa também.

Katy Perry apostou num cocktail dress básico, até gostei viu. Batonzinho snob e look nude, não quis arriscar muito. O cabelo do VMA estava melhor. Natasha Bedingfield também foi, mas fez nada extravagante, fez a linha estava nos Hamptons peguei um heli e dei uma passada no AMA.

Nicki Minaj trocou as pontas rosas da peruca por pontas verdes. Rihanna como fã que é de um cabelo colorido elogiou-a no palco do evento dizendo “quem não gostaria de ter o cabelo verde como a NIcki?”. Já sabemos então a próxima tonalidade capilar dela.

O vestido da queridinha do Young Money eu não compreendi muito, só peguei a parte de cima do esqueleto da costela reproduzido, a parte debaixo….muita informação, meio Rainha da Sucata. Quem assinou o vestido? O Vik Muniz? Tapete Vermelho nunca foi o forte dela mesmo. A Harajuku Barbie chegou no evento bem cedinho pra deixar uma lembrancinha escrita “buy Pink Friday” em CADA cadeira do Nokia Theatre, rs, #brinks!

Miley Cyrus é outra que eu nunca curto em vestido de gala, só gosto dos figurinos de show que ela faz com 1 metro quadrado de tecido. Ela apostou nesse moulage clarinho que poderia ter ficado bonito em uma Taylor swift da vida masssss 1- Miley você tem pouco peito 2 – Você tem ombro largo, ou seja, não ornou. Me abstenho de comentar essa cauda. Já dizia minha amiga Nina Garcia editor-in-chief of Marie Claire Magazine no Projet Runaway: Did she get out of the toilet and the paper got stuck in her dress? Sem mais comentários.

Ke$ha’s Party apostou na sustentabilidade e foi com um vestido feito de fita VHS do VH1. SÉRIÃO! Ela mesma disse. Entre o vestido, o batom metálico, a sobrancelha de tachinha e o moicano… fico com 1 metro quadrado do painel lá do fundo, pelo menos dá pra fazer um vestido pra Miley, e ainda fica melhor do que toda a produção da Tre$ha.

O The Black Eyed Peas, à esquerda pós o evento e à direita como chegaram no Nokia Theatre. Will.I.Am levando a sério o conceito 8-bits hein? Fergie sendo Fergie, Apl.de.ap eu curti e o Taboo chegou de Maga Patalógica hipster.

Taylor Sleep bonitona, bem vestida, comportada mas sexy, acreditando na Escova de Champanhe e apostando no ZZZZzzzz.

Keri Hilson de LBD (little Black Dress). Next.

Wee-low Smith WERKINGGGG IT! Glamurizou na Power Ranger Amarela couture e ficou incrível, provavelmente a mais holotofotada da noite. Só me parece que o macacão está pegando ali na willow dela.

Os homens do R&B, Trey Songz com terno e paletó de 1 botão, classy, Usher todo sintético, bringing esportivo back e sustentando corrente de prata like it’s 2005. Por último Taio Cruz, tão interessante quanto sua música, ou seja….

O Diddy Dirty Money foi de Trio Los Angeles. Curti o detalhe capilar da Kaleena, achei ousado, achei asteca.Os vestidos azuis royal teriam ficado melhor sem os detalhes de couro. Será que o Diddy que mandou elas irem assim iguais tipo Pepê e Neném?

Pink já incorporou mesmo o espírito de mãe. Quem já viu ela e o Carey Hart no passado nem acredita que esses aí são eles.

Christina Millian voltou a ser gostosa depois da maternidade, só não faz mais sucesso né? Que pena. Com a Taylor Sleep cantando “Apologize” e o New Kids com o Backstreet Boys achei que ficou faltando ela se apresentar com “Dip It Low” para completar a vibe retrô! Adorava.

Avril Lavigne rockin’ mechas rosas like it’s 2006.

Se você ainda não viu as performances é só conferir os dois posts anteriores! A lista de ganhadores da noite foi a seguinte:

Favorite Soul/R&B Album: Usher, Raymond v. Raymond
Favorite Pop Rock Band/Duo/Group: The Black Eyed Peas
Favorite Country Female Artist: Taylor Swift
Favorite Latin Music Artist: Shakira
Favorite Soul/R&B Female Artist: Rihanna
Favorite Country Male Artist: Brad Paisley
Favorite Breakthrough Artist: Justin Bieber
Favorite Pop/Rock Male Artist: Justin Bieber
Favorite Pop/Rock Female Artist: Lady GaGa
Favorite Country Band/Duo/Group: Lady Antebellum
Favorite Alternative Rock Music Artist: Muse
Favorite Adult Contemporary Music Artist: Michael Bublé
Favorite Soul/R&B Male Artist: Usher
Artist of the Year: Justin Bieber
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A única coisa que eu não concordei aí foi o pop/rock male que tinha que ter sido do Eminem, o alternative rock que tinha que ter sido do Vampire Weekend e artista do ano que poderia ter sido pra qualquer um dos outros concorrentes menos o Bieber. Se fosse para escolher eu diria o Eminem, porque esse foi o ano dele sem dúvidas.

Acabou gentes! Ano que vem tem mais premiações, nos vemos no Grammy!

Ontem aconteceu o American Music Awards 2010, mais uma premiação que faz a gente passar raiva porque é toda de voto popular e ficamos achando um absurdo Justin Bieber ganhar melhor artista do ano. Mas a parte boa disso tudo (além de ver as idéias erradas para Red Carpet) é acompanhar as performances musicais e ver quem foi interessante e quem não foi.

O #liveblogging da #familiadontskipatAMA como sempre nos ajudou a lidar com 2h30 do evento cheio de altos e baixos. Então não vamos perder tempo e confiramos o que esse povo cantou (ou tentou):

Rihanna abriu o evento com uma performance de 7 minutos que começou com “Love The Way You Lie pt. II”. Logo após ela desce da árvore neon e no cenário de Avatar canta o ex #1 nos EUA “What’s My Name” com muito dutty wining e grinding e getting low on the floor e até breakdown reggaeton teve. Solidificando que ela não é mais um manequim engessado no palco emendou “Only Girl (In The World)” em um versão roots tribal muito boa. Facilmente uma das melhores performances da carreira dela até agora. O problema dela sempre foi ser bem morta no palco, mas está melhorando…

Já o Enrique Iglesias começou a performance com seu novo single “Tonight” que pasmem, estou até gostando, o que é um milagre na minha cruzada contra o dance e o europop que está se espalhando mais rápido que H1N1 pelas rádios do mundo. Mas como alegria de blogueiro dura pouco rapidamente ele pula para a faixa que foi um hit como ele não tinha há muito tempo “I Like It”. A parte boa? A fanfarra no comecinho foi legal. A parte ruim? Pitbull apareceu no palco também.

O Diddy cansou de mudar de nome tantas vezes aí para inovar resolveu transformar seu nome em uma banda, o Diddy Dirty Money. O grupo é formado por ele, Kaleena e a Dawn (ex-Danity Kane), outrora conhecidas como Pepê e Neném USA. Os 3 levaram ao palco uma performance de “Coming Home”, seu novo single. Após anossssss em estúdio, finalmente o cd deles “Last Train to Paris” vai ser lançado dia 14 de dezembro, esperem um triste flop homérico. Já lançaram uns 4 singles e nenhum deles colou muito até agora, apesar do material divulgado até agora me mostrar que será um exceleeeente disco R&B/Hip Hop. Eu e mais duas pessoas no hemisfério sul estamos interessados nesse cd.

O The Black Eyed Peas cantou o novo single “The Time (Dirty Bit)”, não gostei nem um pouco da música, prefiro eles antigamente, mas tenho que confessar que em cima de um palco o grupo ainda manda muito bem. É realmente um grupo, eles tem muita química entre si, já pode ser chamado de #familiablackeyedpeas.

Você ainda ouvirá essa música muuuuuito por aí. Ela estreou no #1 no Canadá e no #12 nos EUA, ou seja, é só uma questão de tempo até ouvir osmano colocando no super som automotivo de última geração do Chevette 86 deles.

A Katy Perry despistou a desafinação dela com um coral de criancinhas e transformou a introdução de “Firework” praticamente em uma apresentação de natal. Depois que ela desceu da estrela e começou a cantar por cima de uma base tudo voltou a ficar “suave na nave” e fiquei menos tenso vendo ela tentar cantar maravilhosamente uma música que ela nunca deveria tentar cantar sem apoio. Mas a performance no geral foi bem legal, nunca canso do showzinho de fogos atrás dela, já vimos umas 5 vezes até agora mas nunca enjoo.

A Pink foi um dos grandes destaques da noite com “Raise Your Glass”, já que ela está grávida trocou os trapézios e malabarismo por algo menos agressivo a seu estado de saúde. Ela confessou em uma entrevista que já teve um aborto, então garantiu que a apresentação fosse bem segura para seu rebento né?

O cenário estava bacana, a voz também e no meio a cantora nos lembrou da Old Pink que zuava as cantoras pop interrompendo a performance com um cara que nitidamente zoa a Tre$ha gritando “I F**ckin love glitterrrrr” #goodtimes hein Pink? Quando você falava palavrão a torto e a direito, tinha cabelo rosa e não precisava se preocupar em amamentar ninguém. Uma coisa que eu adoro é que ela sempre coloca uns passinhos de dança bem cafonas no meio, rs, acho demais! No fim ainda dá uma zuadinha na Mariah Carey dando um agudinho de frequência quase cetácea (porque só a Mimi consegue atingir a frequência certa).

Ke$ha’s Party mesmo com auto-tune no máximo conseguiu ser uma das mais interessantes da noite também, shocking, I know. Primeiro usando um capacete com óculos absurdinho ela abriu a performance com “Take It Off” e sem deixar ninguém descansar já emendou o mais novo hit “We R Who We R”. A música está conquistando todo mundo bem de mansinho. Várias pessoas já tem me dito que estão curtindo.

Infelizmente para as conservadoras audiências americanas ela trocou o figurino dos dançarinhos de travestis-militares usado na Austrália por Punks-bad-ass, algo mais apropriado para crianças, idosos e republicanos. O áudio desse vídeo não está muito bom, quando sair um melhor eu troco.

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Nos próximos posts o resto das performances, o tapete vermelho e os ganhadores. Ainda temos Miley Cyrus, Aguilerão, Usher, Train Inicial, Kid Rock, New Kids On The Block com Backstreet Boys, Bon Jovi, Taylor Sleep e Justin Bieber (argh!).

Depois dos fogos de artifício da Katy Perry, a vez de cantar um hino para os oprimidos é da Pink que lança o vídeo de “Raise Your Glass”, o primeiro extraído da sua coletânea “Greatest Hits…So Far!!!“.

A primeira cena já é a cantora recriando a icônica ilustração do J Howard Muller que representa a famosa Rosie The Riveter e todas as outras mulheres que trabalhavam nas fábricas durante a Segunda Guerra Mundial.

Só com essa cena já fiquei esperando que o clipe fosse ser incrível depois disso… e realmente é. Obviamente como é de auto-ajuda tem todas aquelas cenas de minorias (a gordinha com uma juicebox, o casal gay, o negro com chapéu peruano, o rastafari sujo), mas ao mesmo tempo é um clipe da Pink né? Então ao invés de cenas boring motivacionais tem a cantora transando com todas as religiões, lutando sumô com alguém que eu não entendi o que representa e fazendo companhia no prom pro nerd se acabando na pixxxta.

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Adorei, rs. O mais legal é que ela luta até pelos animais, hihi, se vingando dos toureiros e das mulheres frívolas que se amarram em artigos de couro. Minha frase preferida: but if you’re to school for cool…. hahaha . GENIAL!

Também divulgaram prévias das outras 3 músicas inéditas da coletânea, “Fucking Perfect”, “Heartbreak Down” e “Whataya Want From Me” que é do Adam Lambert mas foi composta por ela!

(link)

A próxima na fila dos clipes motivacionais é a Ke$ha com “We R Who We R”.

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Pink divulgou algumas fotos do ensaio promocional de sua coletânea “Greatest Hits…So Far!!!“. Linda e bad-ass como sempre, vemos a cantora sendo ela mesma, de a Cachorra do Asfalto à Modelo Wanna Be de jeans e camiseta branca.

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Final de ano chegando, galerinha crescendo o olho nas vendas de natal então é uma enxurrada de singles, cds, dvds, revistas, e vez e outra eu faço um post juntando o que está rolando por aí que chegará nos próximos dias, semanas, meses. Entao vamos dar uma conferida em quem vem aí.

Lá em cima a capa oficial do cd “Greatest Hits…So Far!!!” da Pink. Já pudemos ouvir o single “Raise Your Glass”, então agora é só esperar pelo pacote completo.

Já o Gorillaz lançará com próximo single “Rhinestone Eyes”, até divulgaram um vídeo com o storyboard do clipe. Finalmente lançaram ela, uma das minhas preferidas do “Plastic Beach“.

Como todo mundo já sabia há meses, o próximo single da Katy Perry será “Firework” (a melhor do disco pra mim). Aqui Coxinha de Kateperry fala sobre a música e até divulgaram um making of estranho. E como eu citei no post da Rihanna, o “Teenage Dream” vai ser relançado.

O N.E.R.D. vai lançar o cd “Nothing” na próxima semana. Eu acho que vai ser o primeiro cd deles que eu gosto. Os outros nunca me apeteceram muito. Mas estou AMANDO “Hot-N-Fun“, gostei de “Party People” e “Hypnotize U” também, aliás tenho que fazer um post de atualização do cd. Vou fazer esse fim de semana.

Nelly Furtado que também lançará coletânea nos mostrou a capa oficial do single “Night Is Young” que quando vazou como promo single ainda se chamava “What You Want To Do (The Night Is Young)” e tinha outra capa.

E por último o The Black Eyed Peas agracia a capa da Source. Isso quer dizer que o disco “The Beginning” realmente sairá esse ano se eles ja estão começando a aparecer em capas de revistas.

E não é só o look futurista que o grupo vai manter, Will.I.Am disse para a MTV que também pretende manter o sucesso mainstream com muitos hits:

“We call it ‘A-B-ing.’ Anything you make, there’s nothing new under the sun. So there’s always an ‘A and B’ to whatever your approach is. So if you want a song to be a big #1 smash, then you have to play a Michael Jackson song while you’re making your song.”


 

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