Agora que o Maroon 5 voltou a achar uma fórmula de ouro que funciona para a banda, os passos de Adam Levine e companhia voltaram a ser acompanhados de perto pelo mercado, e com o sucesso dos singles a gravadora fica feliz, e gravadora feliz significa um orçamento também muito feliz para gravar um videoclipe.
A música bateu um recorde logo no seu lançamento, vendendo 493 mil cópias digitais na primeira semana (#3 no Hot 100), a maior estreia de um grupo, tirando o título de “Boom Boom Pow” dos Black Eyed Peas de 2009. No geral, a maior venda em uma mesma semana ainda é do Flo-Rida com a KeKe$ha – 636.000 unidades em fevereiro de 2009. Depois de um cd morníssimo, que eu adorei mas não vendeu bem, o novo direcionamento surgiu como uma luz no fim do túnel: dois smash hit gigantescos, um logo após o outro, porém eu confesso que não curti, essa é a terceira vez que eu ouço o single.
No videoclipe, o refrão de ouro “I’m at a payphone trying to call home, all of my change I spent on you” é repetido no mini filme de ação que mostra nosso querido Adam Levine destruído após se meter aonde não foi chamado. Pela primeira vez o vemos vestido bem coxinha, de terno e óculos trabalhando em um banco, mas quando a tradicional instituição financeira sofre um assalto, ele resolve bancar o herói, o que não dá muito certo como vocês vão ver.
Wiz Khalifa aparece para ser roubado, e depois que fica pobre (aparentemente por ter perdido um carro) canta seus versos, rs.
Ai que policiais incompetentes hein? E custava conversar com os ‘tiras‘ Mr. Levine? Ia ser bem mais fácil que roubar um carro, rs.
E aí? Curtiram Nerdy Adam? Eu só posso dizer: “MAMA I’m in love with a criminal!”
PS: Quanto à explosão no final, se foi irônica foi genial, se foi séria foi tosca, kkk.
Depois de ouvir “Payphone” do Maroon 5 pela primeira vez eu cheguei a uma conclusão: o último ano foi de muito aprendizado para Adam Levine e sua banda. Sim, Adam entendeu o que o rádio quer e o que ele pode oferecer.
“Payphone” é menos pop do que “Moves Like Jagger”, mas é exatamente o que o Gym Class Heroes fez em seu último cd com Adam: “Stereo Hearts”. O vocalista da banda volta a cantar uma canção bem melódica acompanhado de um pianinho, bem no estilo de “Stereo Hearts” ou “Ass Back Home”, singles do grupo do Travie McCoy que foram top 10 na Billboard.
A produção de Shellback e Benny Blanco (como eu suspeitei) foi feita sob medida para ser um sucesso tanto na Itunes Store quanto no rádio, e depois de uma apresentação ontem no The Voice, acredito que o single estreará muito bem. A parte do Wiz Khalifa é bem dispensável, mas é aquele extra que vai garantir um pouco mais de audiência.
Confira aqui a performance no The Voice e abaixo o lyric video que estreou no VEVO:
Uma notícia bem boa: O cd “Songs About Jane“, primeiro e melhor da banda, completa 10 anos em 2012, e seguindo os passos do “Songs in A Minor” da Alicia Keys, também ganhará uma reedição de luxo com músicas inéditas da época, demos, vídeos e muito mais! \o/
Abaixo a Tracklist do cd “Overexposed” que chega ao mercado no dia 26 de junho com produção executiva do Max Martin e faixas adicionais de Benny Blanco e Ryan Tedder.
Aproveitando que estamos falando do The Voice, Xtina também subiu ao palco do programa para cantar o hit “Fighter” com seu time. É sempre bom ver porque Aguilera é uma das maiores vocalistas de sua geração não é? Porém tenho que dizer que estou pronto para ouvir um single novo.
Quanto ao figurino da apresentação, é evidente que ela já perdeu muitoooo peso, está com um corpo legal de novo e quer mostrar isso, mas ainda é cedo para usar algo tão coladinho assim, tem que perder mais uns 5 quilos.
O Maroon 5 já colocou uma data na era de sua quarto cd. O primeiro single “Payphone”, com Wiz Khalifa, será apresentado no palco do The Voice dia 16 (segunda) e o single começa a ser vendido no dia 17. Quanto ao cd, “Overexposed“, 26 de junho foi escolhido como o dia em que o mundo colocará as mãos no disco. Agora… posso dizer que estou bastante receoso com esse quarto trabalho deles? Não sei se vou curtir tanto
O primeiro cd, “Songs About Jane”, é o melhor até hoje, pop com a pitada certa de rock, atitude, guitarras nervosas mas radiofônicas. O segundo “It Won’t Be Soon Before Long” descambou mais para o pop, vendeu bem e gerou uma turnê de quase 3 anos, a banda adorou, os fãs torceram o nariz um pouco.
Para o terceiro, Adam, Jesse, Matt, Michael e James procuraram reconectar com os fãs antigos, isolando-se do mundo por meses para criar o “Hands All Over” junto com Robert “Mutt” Lange, produtor estrela de Shania Twain a AC/DC e Def Leppard. A expectativa era grande mas não deu muito resultado, o disco teve um retorno mediano sem nenhum grande hit single, o que salvou a era de passar batida foi o smash hit “Moves Like Jagger” com Aguilera, produzido aos 45 do segundo tempo.
Para esse quarto álbum, ligaram o foda-se e vão assumir que não querem brincar de rockstars, vão se transformar em uma banda pop mesmo, tomaram gosto pela coisa e agora vai ser assim, como diz o guitarrista James Valentine: queremos fazer algo contemporâneo, com elementos pop do passado. Esse é o nosso cd mais pop, e estamos abraçando o gênero sem timidez:
“We wanted to make something that sounded contemporary with the elements of a lot of early eras of pop music. This is our most ‘pop’ record ever and we weren’t shy about really going for it.”
Ao invés de Mutt Lange, os produtores da vez já divulgados são os pop-íssimos Max Martin, Benny Blanco e Ryan Tedder. Também pela primeira vez abriram espaço para outros compositores. A autoria das letras dos três primeiros cds é completamente da banda, “Moves Like Jagger” foi a primeira música não escrita por eles, e vai ter mais disso no cd.
Honestamente eu não sei o que esperar desse cd, mas acho que deva ser o mais “catchy” de todos porém menos autêntico. Todo mundo tem seu preço não é?
O tecladista da banda, Jesse Carmichael, anunciou sua ausência da banda por esse período “Overexposed”, e nas fotos promocionais ele já está sendo substituído pelo baterista PJ Morton, que até então não aparecia, só no palco durante os shows.
Uma pena, porque Jesse era um dos integrantes que eu mais gostava, e o segundo que mais aparecia depois de Adam. O motivo alegado foi para estudar música e renovação espiritual, mas eu acho que ele aproveitou essa nova fase da banda, da qual ele não quer participar, para fazer outra coisa e talvez voltar no futuro.
A noite do 54º GRAMMY foi marcada pelas já aguardadas homenagens a Whitney Houston e a maior miscigenação de estilos musicais que a premiação já teve, indo do constante country com todas as bandas possíveis americanas ao rock do Foo Fighters, o rap de Nicki Minaj e até o dubstep de Deadmau5.
O evento também caprichou nas homenages e apresentações especiais. Além dos necessários tributos a Houston e Etta James, a velha guarda da indústria foi representada com os Beach Boys, Glenn Campbell e até Paul McCartney.
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Foo Fighters e Kanye West garantiram muitas vitrolinhas douradas, mas acho que vocês já conseguem imaginar quem limpou a bancada não é? Dica: não foi Katy Perry e seu cabelo azul e nem Lady Gaga que esse ano entrou muda e saiu calada (à francesa antes da cerimônia terminar).
Então clica aí embaixo e vem ver tudo que o GRAMMY 2012 nos ofereceu.