Para o clipe de “Sleazy”, na minha opinião a melhor faixa do EP “Cannibal“, Ke$ha resolveu deixar o trabalho pesado para outro personagens, que de acordo com a cantora, são seus amigos mostrando o quão “sujos” podem ser, rs.
A versão escolhida foi a turbinada “Sleazy Remix 2.0 Get Sleazier” com 4 participações especiais, só que a Tre$ha é interpretada por um gordinho punk, Wiz Khalifa se transforma em um monte de drags queens, Andre 3000 é ilustrado por Efren Ramirez do filme Napoleon Dynamite, T.I. é apresentado um pouco mais velho e Li’l Wayne não é ninguém, mas enquanto ele solta seu rap um gordinho nervoso espanca o resto do pessoal, rs.
Eu acho que Ke$ha poderia ter escolhido umas personalidades inusitadas para interpretar os rappers, tipo Susan Sarandon de Li’l Wayne e Betty White de T.I., rs. mas do jeito que foi feito ficou legal.
E aí, o que achou dos amigos da Ke$ha’s Party da Keke? Rs. O porquê dela ter lançado isso agora não entendi, acredito que seja só para gerar um buzz com seu nome mesmo, já que em maio vem o cd novo dela aí e a americana está a quase 1 ano longe dos holofotes.
A idéia de fazer outras pessoas cantarem suas músicas está em alta hein? Todo mundo fazendo, do Black Keys ao Fatboy Slim.
Nossa, como eu nunca tinha visto o videoclipe de “The Motto” do Drake? Achei que era um freestyle e só ontem descobri que é uma bonus track oficial do “Take Care”. Amei a música. HOT AND HARD!
O vídeo só acompanha Drizzy mais uma vez com essa luva da Nike que não sai da mão dele dando rolê de carro pelas áreas da baía em Cali. A música ainda tem a participação dos companheiros de Young Money Cash Money, o rapper Tyga e o veterano Li’l Wayne que aparece de UGGS (a bota mais horrorosa do mundo) ainda por cima pintada de verde limão. O povo já fala Wayne, e você ainda aparece assim…só está dando motivo, rs.
Ainda tem algumas aparições especiais: os rappers E-40 e Mistah F.A.B. e no começo do vídeo a mãe do Mac Dre, que faleceu há pouco tempo.
Há alguns meses Ke$ha já havia lançado um remix de “Sleazy”, do EP “Cannibal“, com André 3000. Foi a esperança de milhões de fãs que se sentiram injustiçados com a música não recebendo o tratamento de single que merece. Quando essa esperança parecia morta, vem uma surpresa “Sleazy 2.0 Get Sleazier”.
Assim do nada, resolveram lançar uma nova versão da faixa do Bangladesh, só que a Ke$ha’s Party fica só no refrão e no bridge, enquanto os versos são preenchidos pelo novato Wiz Khalifa, o repetente André 3000, o chqve de cadeia T.I. e o lucrativo Li’l Wayne. Nessa bagunça de rappers quem se saiu melhor na minha opinião foi mesmo Li’l Tunechi. Graças a Deus deixaram J. Cole de fora dessa depois que ele estragou “Party” da Beyoncé, rs.
Ke$ha – Sleazy 2.0 Get Sleazier (ft. Li’l Wayne, Wiz Khalifa, T.I. e André 3000)
Ainda não entendi o motivo do lançamento, se vai ter clipe e tal, se vão continuar trabalhando o “Cannibal”, etc.
Tre$ha já causou no pop, atacou de folk recentemente surpreendendo com um cover do Bob Dylan e gostaria de vê-la no meio dessa galera todo aí, rs. Ia ser divertido.
E quando perde a graça a brincadeira? Porque falar do sucesso da Adele Nation não faz nem mais sentido, é chover no molhado, mas como a gente curte a risonha britânica, falamos mesmo assim só por prazer, rs.
Há dois meses atrás quando “Rolling In The Deep” ainda era um meteoro passando pelos EUA, o produtor Rick Rubin avisou que a Adele Nation ia crescer mais ainda, o que as pessoas tinham visto era só o começo ainda. Essa semana suas palavras se tornam realidade quando o segundo single “Someone Like You” atropelou a concorrência e subiu de #19 para #1 no HOT 100 da Billboard.
É insano o sucesso dessa mulher, pelo simples fato de que a música subiu 18 posições na parada mais importante de singles do país por causa de uma performance no VMA, não teve mais apresentação na TV, nem videoclipe, nem nada. A-D-L deve estar tão convencida agora, rs. “Someone Like You” também subiu #11-#1 nas vendas digitais com 275 mil downloads (alta de 191%) e nas paradas do rádio subiu #42-#19.
Someone Like You/Rolling In The Deep ao vivo no Hollywood Palladium
“21” já vendeu mais de 8 milhões de cópias pelo mundo, 3.3 milhões só nos EUA. “Rolling In The Deep” é a maior vendagem do ano também com mais de 4 milhões de singles vendidos.
Já nos cds Li’l Wayne surpreendeu. Apesar das críticas duras e negativas a respeito de seu novo disco “The Carter IV“, o rapper tem uma base de fãs suficiente para garantir na primeira semana quase 1 milhão de cópias vendidas, mais precisamente 964 mil. O álbum destronou “Watch the Throne” como a segunda maior estreia de ano, e teria sido facilmente A MAIOR se não fosse o esquema de 99 centavos do “Born This Way” da Lady Gaga que ainda é a maior do ano com 1.1 milhão, o mesmo número da primeira semana do disco de Dwayne de 2008, “The Carter III“.
Em outubro do ano passado o líder do Young Money lançou um cd com números irrisórios perto das cifras às quais ele está acostumado. “I Am Not a Human Being” (que é horrível diga-se de passagem) teve uma estreia fraquíssima com 110 mil downloads.
Também foi divulgada a lista de indicações do BET Hip-Hop Awards 2011, e Dwayne quebrou mais um recorde tendo nada menos do que 18 CHANCES de levar um prêmio pra casa. É perceptível que os números são tão altos quando comparados com o segundo lugar nas indicações: Kanye West e Wiz Khalifa, com 9 indicações cada um. :S
Voltando à Adele Nation, a britânica também é a capa da edição de outubro da Vogue UK. A dona do “21″, apesar de estar longe das formas comuns que agraciam a revista, disse que vê pessoas o tempo todo lutando contra a forma física à exaustão, e que ela não quer isso pra sua vida:
“I’ve seen people where it rules their lives, who want to be thinner or have bigger boobs, and how it wears them down. And I don’t want that in my life.”
Sobre a possibilidade de ter filhos, Adele disse que gostaria de aumentar a sua Nation tendo 5 meninos, que sempre se deu melhor com eles, que além deles amarem suas mães, meninas são muito más umas com as outras, haha.
“I’ve always got on better with boys. Most of my friends are boys. Like, if I ever have children, I want five boys. Boys love their mothers whereas girls can be so mean to each other.”
E a declaração mais polêmica foi a do vômito, quando ela disse que vomita antes de se apresentar, rs. Nada de bulimia, é de nervoso mesmo, com Adele ainda afirmando que é normal, porque ela fica muito nervosa antes de subir ao palco, porém quanto maior o nervosismo, mais ela aprecia o show.
“I puke quite a lot before going on stage. Though never actually on stage. But then, I shit myself before everything … the bigger the freak-out, the more I enjoy the show!”
É uma fofa ou não é a Vomitadinha da Estrela? Confira o editorial abaixo:
E o VMA 2011, aquele evento que todo mundo reclama mas todo mundo assiste, esteve repleto de surpresas esse ano, a começar pela maior delas que ficou em primeiro lugar no trending topics mundial no twitter: a gravidez de Beyoncé. Ao pisar no black carpet a cantora segurou a barriga e em um dos maiores eventos (teoricamente da música) do ano, aonde todo mundo quer um pouco dos holofotes para si, com certeza ela garantiu a sua fatia desse bolo, porém a atitude não foi vista com bons olhos, primeiro porque a barriga é forçada, ela está magrinha ainda, e depois por ser obviamente um golpe publicitário anunciar essa gravidez logo hoje.
Ao longo da noite as tentativas de roubar a cena foram várias, de cantoras com cubos na cabeça, outras com roupas de pelúcias e até uma se fazendo de homem.
A primeira performance da noite foi de Lady Gaga que cantou o novo single “Yoü And I” vestida de Jo Calderone, o seu alter ego homem. Outra surpresa, ver que Gaga foi uma das menores atrações da noite, com certeza uma das menos relevantes. Brian May, o guitarrista do Queen, se juntou a Gaga/Jo no palco. Ele também tocou o instrumento na gravação do single no estúdio. Quando a MTV pensou em Gaga abrindo a premiação com certeza eles estavam esperando algo mais VMA de 2009 né?
Jo apareceu várias vezes durante o VMA e a cada vez que ganhava tempo na tela a audiência devia cair, a atuação forçada e bizarra da cantora só deu vergonha alheia. Colocar cigarro na orelha e ficar a noite toda segurando um copo de uísque. Seriously Gaga?
Li’l Wayne lançou ontem à meia noite o videoclipe de “How To Love” o terceiro single de seu mais que adiado “The Carter IV“, que será lançado finalmente domingo logo após o VMA.
O vídeo dirigido por Chris Robinson é bem pesado, mas por trás de toda a depressão tem uma mensagem positiva, porém sem ser clichê como os clipes de algumas popstars por aí.
Dwayne acompanha a vida de uma mulher que já sofreu logo mesmo antes de nascer. Vítima de um quase aborto a criança teve que enfrentar a vida rodeada por más influências e abusos, principalmente dentro de casa o que a levou à prostituição culminando em um ponto terrível de sua vida. Weezy então rebobina a vida dela e mostra o que poderia ter sido diferente se o ambiente e as escolhas na vida dessa mulher tivessem sido diferentes.
A música é bem legal, e não estava curtindo muito as músicas lançadas até agora do “The Carter IV”, só um pouco”6 Foot 7 Foot”, mas essa eu simpatizei. No começo não tinha gostado muito mas acho que envolvido pelo vídeo acabei sedendo. Tem um tempo que não vejo clipes de rap com narrativas “sociais”, me lembrou o começo dos anos 2000 quando Eminem fazia clipes assim como “Cleanin’ Out The Closet” e “Stan” e até a Kelly Rowland com “Stole” haha.
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