Olha aí a Lady Gaga pegando uma página do livro da Katy Perry de vamos-empurrar-essa-música-goela-abaixo-de-vocês. Guarde então seus U$S 1,29 para comprar pela primeira vez (ou de novo) o single de “Marry The Night” no Itunes.
Mesmo sendo a faixa favorita dela do disco, com um clipe bem pessoal de 13 minutos e PENCAS de apresentações ao vivo por semanas, “Marry The Night” pode ser o primeiro single dela a não entrar no top 10 da Billboard.. Até hoje TODOS os 11 lançados alcançaram o feito, de “Just Dance” e “Yoü And I”, e “Marry The Night” pode ser o primeiro a ficar de fora do padrão, e para não deixar isso acontecer vem aí o 12†20 – Marry The Night Download Day. É isso mesmo, a troco de nada a Interscope criou um evento no Facebook recrutando todos os little monsters a comprarem “Marry The Night” na Itunes Store no dia 20 de dezembro, ou se você já a tem, que tal comprar para presentear um amigo? Resumindo: NÓIS PRECISA VENDER ESSE NEGÓZI CARAIII!
Após o clipe a música subiu de #40 para #32, mas por lá ficou e começou a perder fôlego. Quem ainda aguenta a promoção sufocante desse disco?
E aí? Vai comprar de novo “Marry the Night” para ajudar a Mother Monster? Confira abaixo todos os picos dos singles dela:
Perez Hilton deixou de ser só uma webcelebrity para se tornar uma celebridade real em seu novo programa chamado Superfan, no qual ele acompanha e entrevista alguns cantores. Um tipo de programa que a MTV fazia muito nos anos 90 e começo dos 2000, até as pessoas pararem de procurar música na MTV pra ficar vendo reality shows toscos tipo Sweet Sixteen e Jersey Shore.
A primeira estrela de seu programa foi sua grande amiga Lady Gaga, com a qual ele passou 40 minutos conversando sobre os mais diversos assuntos, da idéia do clipe de “Telephone” até a próxima turnê que por enquanto a Mother Monster pensa em chamar de . Perez também tem acesso aos bastidores de um show da popstar, aos ensaios, passa uma noite Girls Only com ela em Sidney e revela muitos pensamentos de Gaga.
Tirando que no geral musicalmente eu não aguento mais a presença da Germanotta, eu gosto de vê-la em entrevistas e apenas falando, ela é divertida, engraçada, irônica e faz umas piadas muito boas, além de que é interessante ver como toda essa parafernalha dela funciona.
O programa é bem saudosista e eu até poderia ficar bem fã do Superfan se não fosse por um pequeno deslize que se chama PEREZ HILTON! Gente, existe alguém maisss insuportável que essa bee? Além da voz irritante mente miada o programa é uma punhetagem dele só! O tempo todo ele tem que falar o quanto é foda, o quão exclusivo ele é, que ele tem paparazzi, etc. Se eu bebesse um shot de Tequila para cada hora que ele disse que é suuuuper amigo da Lady Gaga eu não conseguiria terminar esse post. PEREZ MALA! Então tirando ele, o programa é legal:
Ele também fica elogiando a Gaga tanto, falando que ela é a mais isso a mais aquilo, quero até ver quando entrevistar outras pessoas o que vai falar, rs.
Lady Gaga sempre teve uma opinião muito forte, e desde o sucesso do seu primeiro cd, resolveu que do “The Fame Monster” para frente ela que teria as rédeas da sua carreira, 3 anos depois aqui está ela, se separando da amiga coreógrafa Laurieann Gibson e dirigindo seus próprios clipes. Mas será que ela consegue (e deve) fazer tudo sozinha?
A estreia do clipe de seu quinto single “Marry The Night” veio com o anúncio de que é a história de sua própria vida, assim como “Born This Way” é, The Edge of Glory” é, a letra de “Yoü And I” é e agora esse clipe também. Assistindo os longos quase 14 minutos de mais um capítulo da sua vida cheguei à conclusão de que eu não quero mais saber tanto do passado dela.
Eu costumava contar os minuos por um clipe da Lady Gaga. “Paparazzi” me deixou de boca aberta, “Bad Romance” me espantou, fiquei roendo as unhas por”Telephone” e vi todo dia por uns 2 meses, mas desde “Alejandro” eu cansei dela e não sei falar porque. Eu sinceramente não entendo porque seus vídeos não tem nenhum efeito mais comigo. Não sei se é o excesso de arranjar significados, a pretensão, o hype, no entanto comigo não cola mais. Se você estiver muito animado, veja aí o longo clipe e abaixo a gente comenta!
Agora quer gastar mais 14 minutos lendo sobre o clipe? Saca só aí embaixo, rs.
Como eu comentei no outro post, o GRAMMY tem diversificado o anúncio dos indicados e tem até apresentações e performances na cerimônia. Imagina se a moda pega? Vão ser praticamente 2 VMAs por ano, 2 AMAs, 2 BMAs, 2 EMAs, 2 BRITs, etc, haha.
Quem abriu a cerimônia ontem foi a arroz de festa da Lady Gaga que tem cantado em TODOS os lugares desde maio. A nomeada a 3 estatuetas apresentou-se com “Marry The Night”, seu quinto single que eu sinto que terá o clipe estreando hoje a noite ou amanhã. Ainda bem que ela não resolveu ficar imóvel e só dançar no final como tem feito por aí.
Será que vocês tem certeza que o coreógrafo dela dessa era não é o Jacaré? Não é uma crítica, é só que “Born this Way”, “Judas” e “Marry The Night” tem muitossss passinhos que me lembram Axé Bahia.
Como se não bastasse ver Lady Gaga de novo ela cantou DUAS vezes, e na segunda entrada arrastou o Sugarland para a milhonésima versão acústica de “Yoü And I”.
Rihanna participou da noite de surpresas e revelações à distância, enviando uma pendrive com um .AVI de uma performance de “We Found Love” durante a LOUD Tour na O2 em Londres que ela baixou no Pirate Bay.
O que mais me chamou atenção foi o verdadeiro palco da LOUD Tour que é sensacional e deveria ter vindo ao Brasil, não aquele palquinho de showmício ao qual nos submeteram. Teria sido um show completamente diferente.
A parte séria do anúncio dos GRAMMY ficou por conta de Usher, que junto a Valerie Simpson prestou uma homenagem ao cantor/compositor Nick Ashford e o liricista Jerry Leiber, ambos falecidos há alguns meses. Aqui a apresentação.