Ontem aconteceu o elegante e extravagante Metropolitan Museum of Art Gala, conhecido popularmente como Met Gala, e se você pensa que o Oscar é o lugar para as celebridades investirem na Alta Costura como se não houvesse amanhã, pense de novo…

Dentro do circuito dos grandes eventos de celebridades, com certeza o Met Gala tem o Red Carpet mais impactante do ano, de lá já saíram a Madonna de coelho Louis Vuitton e a Beyoncé naquele vestido que ela nem conseguia subir a escada, rs.

Na teoria, o evento tem um motivo nobre, mas na prática, como definiu Rihanna em seu Tom Ford, é mais um evento para usar vestidos ousados, ter um bom jantar e se divertir:  “I love coming to the Met Ball. It’s a fun event,” said the “Where Have You Been” singer. “You get dressed up, have some nice dinner, and have some entertainment.

Como aqui é um blog de música, vamos ver o que a galera dos microfones apresentou? Lembrando que no Met Gala não existe gente cafona, só existe gente entediante, rs.

Oi, sou Rihanna e te desprezo. Achei que Rihanna ia chegar em algo louco e ultrajante, mas preferiu fazer a femme fatale no Tom Ford de crocodilo respeitando a regrinha de ouro da Glória Kalil, mostrou em cima esconde embaixo, e vice-versa. Riri Ready to Kill! Bem melhor que ano passado.

Vem que tem mais gente:

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Mesmo que Kanye West tenha lançado seu excelente cd “My Beautiful Dark Twisted Fantasy” lá em 2010, um videoclipe para a deliciosa “Lost In The World” é e não é uma surpresa.

É inesperado porque o disco já caminha para o aniversário de 2 anos, e acho que o último single foi “All of The Lights”, e isso tem um bom tempo. Ao mesmo tempo, não é uma surpresa porque quem conhece o rapper sabe que ele não joga pelas regras do mercado, o que dá na telha ela vai e faz. Foi assim quando ele resolveu lançar um clipe de 1:30 para “Power”, um curta-metragem para “Runaway” e um clipe que não pode nem ser lançado de tão pesado para “Monster”.

Para “Lost In The World” Kanye se juntou à diretora de filmes fashion Ruth Hogben e ao fotógrafo Nick Knight, e acho que dessa vez não tem nada de polêmico, só um bando de mulheres – provavelmente com problemas mentais – tentando alcançar o céu, esteja ele acima de suas cabeças ou sob o seus pés.

Yeezy faz aparições breves e misteriosas em meio a uma fumaça/nuvens/neblina, mas Justin Vernon do Bon Iver, de onde vem a voz do refrão, não está visível em nenhum frame do clipe.

Seria um aquecimento para um próximo disco? A ressureição do “MBDTF”? Kim Kardashian pediu? Enfim, quem sai ganhando são os fãs, idependente do motivo:

A noite do 54º GRAMMY foi marcada pelas já aguardadas homenagens a Whitney Houston e a maior miscigenação de estilos musicais que a premiação já teve, indo do constante country com todas as bandas possíveis americanas ao rock do Foo Fighters, o rap de Nicki Minaj e até o dubstep de Deadmau5.

O evento também caprichou nas homenages e apresentações especiais. Além dos necessários tributos a Houston e Etta James, a velha guarda da indústria foi representada com os Beach Boys, Glenn Campbell e até Paul McCartney.

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Foo Fighters e Kanye West garantiram muitas vitrolinhas douradas, mas acho que vocês já conseguem imaginar quem limpou a bancada não é? Dica: não foi Katy Perry e seu cabelo azul e nem Lady Gaga que esse ano entrou muda e saiu calada (à francesa antes da cerimônia terminar).

Então clica aí embaixo e vem ver tudo que o GRAMMY 2012 nos ofereceu.

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Quase 6 meses depois do clipe de “Otis”, finalmente o The Throne (ou Kanye West e Jay-Z) resolveu lançar hoje o aguardado vídeo do segundo single “Ni**as” in Paris.

Quando fiquei sabendo que o videoclipe estava sendo montado com cenas de shows deu aquela decepçãozinho, mas depois de ver o resultado final fico aliviado. São cenas de shows mesmo (ou das mulheres que vão nos shows, rs), porém jogaram o efeito de caleidoscópio, bem popular atualmente, e deixaram tudo mais interessante com uma edição frenética, leopardos, torres, lasers e obviamente, a cena do filme Blades of Glory (Escorregando para a Glória) de onde sairam as famosas frases: “We’re gonna skate to one song and one song only” e “no one knows what it means, but it’s provocative, gets the people going“.

O vídeo ainda tem um anúncio no começo de que as cenas podem causar epilepsia, rs. Seria “Ni**as In Paris” o Pikachu da música?

A versão da faixa utilizada tem o começo levemente alterando com mais uns sons, e o vídeo não poderia ter saído em uma época melhor, pois ontem o single se tornou platina dupla após passar a marca das 2 milhões de cópias vendidas. Então se você está fisicamente habilitado a assistir o clipe, watch the throne:

Eu não sei se cheguei a comentar com vocês, mas sabe quantas vezes eles cantaram “Ni**as In Paris” na Watch The Throne Tour? Bem, a turnê teve 34 datas, então qualquer um imaginaria 34 não é? Pois fique sabendo que Yezzy e Hov cantaram o single 168 VEZES! Sim, ua média de 5 vezes por show.

O clipe foi gravado em Los Angeles, aonde cantaram-na 10 vezes. Até dá para entender, gravação de vídeo é assim mesmo, mas porque encerrar a turnê em Vancouver repetindo Niggas… ONZE VEZES? Foram mais de 40 minutos da mesma música, rs. Durante o bis, toda hora que acabava eles começavam de novo. Até eu que sou muito fã ia ficar incomodado, mas parece que a platéia não ligou muito.

A RollingStone fez um compilado: cantaram o single 168 vezes, 11 em Vancouver, 10 em Los Angeles, 9 em Chicago, 613 minutos totais de “Ni**as In Paris” durante a turnê, 1.680 “Don’t let me get in my zone”, 2.856 “Ball So Hard” e 2.184 “CRAY”.

THAT SHIT CRAY!!!!!!

 

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