Ontem aconteceu o famoso All-Star Game da NBA, mais um dos tradicionais eventos especiais do esporte nos EUA, e como esse pessoal não perde a oportunidade, sempre tem um monte de apresentações musicais durante a cerimônia.
Tradicionalmente, convidam uma cantora de respeito para abrir as festividades cantando o hino deles, o “Star Spangled-Banner”, e esse ano ninguém menos do que Mary J Blige foi a convidada especial. Eu só não entendi o que aconteceu com MJB, porque acreditem ou não, ela desafinou e MUITOOOO como eu nunca imaginei que fosse possível para ela. Mas assim, a Katy Perry cantando Firework acapella é melhor. O que houve Mary? Eu suponho que seja problema com o retorno dela. Só assim para explicar.
Já Nicki Minaj fez quase um pocket show, cantando hits, colaborações, novidades, tudo com trocas de perucas entre um ato e outro. Nosso amigo Mr. World Premiere nos fez o favor de agrupar todas as partes dela em um vídeo só, que começa com o hit “Moment 4 Life”, passa para a dançante “Turn Me On”, mostra a primeira performance televisionade de “Starships” e termina sem surpresas com “Super Bass”. Amando mais ainda “Starships”:
Na terça-feira passada chegou às prateleiras americanas o novo cd de David Guetta “Nothing But The Beat“. O disco tenta recriar a mágica da fusão urban e dance que aconteceu no anterior “One Love”, em algumas faixas ele teve sucesso e outras não.
Para promover o novo trabalho Guetta foi ao America’s Got Talent para a primeira apresentação de “Where Them Girls At”, o primeiro single do disco. Acompanhando o francês vieram Flo-Rida e Nicki Minaj com uma galocha amarela e muita energia. Aliás se não fosse pela Harajuku Barbie esse post nem existiria.
Ao final David fala um pouco sobre o disco e as colaborações no single com o apresentador Nick Cannon:
Não sei se foi lançado ou não, mas estava programado para o fim de agosto o documentário “Nothing But The Beat”, que acompanha a vida e conta a história do DJ/produtor superstar. Posso até não curtir a maioria das coisas que ele faz hoje, mas é indiscutível o papel de Guetta no cenário musical atual, já que ele que popularizou a house music no mundo há um patamar mainstream nunca visto antes. Confiram o trailer da produção abaixo:
Já Nicki protagoniza um editorial na edição de outubro da Glamour, confiram:
Chegou aquele momento aguardado, depois das performances e dos premiados no VMA 2011, é hora de falar do Red Carpet, que esse ano foi Black Carpet.
Olha, já vou adiantar que esse ano está tenso hein? Esse pessoal da música não quer chamar atenção por estar bem vestido, mas por ser a melhor notícia de capa de revista, e a disputa está acirradíssima.
Confiram abaixo na galeria as fotos e se você quiser saber com mais riqueza de detalhes logo após do pulo meus comentários individuais para cada uma dessas pessoas já que elas querem tanta atenção.
Hoje David Guetta estrou seu primeiro videoclipe em seu canal próprio do VEVO, para o single “Where Them Girls At”, o primeiro de seu novo cd “Nothing But The Beat” a ser lançado dia 30 de agosto.
O DJ/produtor apostou na fórmula mais usada do século XXI quando alguém quer “inovar” em videoclipes dance, o conceito da “música que contamina“. O The Black Eyed Peas dava tiros de “Rock That Body” nas pessoas o LMFAO tentou escapar da “Party Rock Anthem” que contaminou o mundo e transformou todos em zumbis e agora Guetta propaga “Where Them Girls At” em bolhas.
Confesso que até gostei da idéia, apesar do caminho ser antigo a idéia das bolhas pelo menos é melhor do que clipe de boate. Ajudando-o nessa árdua tarefa estão Flo-Rida com seus versos prontos para as pistas e ela: Nicki Minaj, uma das fontes dominadoras com sua (literalmente) bubblemouth.
Bacaninha o vídeo, mas vamos combinar que como sempre Nicki Minaj rouba os holofotes todos para si e se aqui não estivesse provavelmente não teria acompanhado o clipe todo. Mesmo aparecendo só em uma cena Nicki The Boss e seus dançarinos são a melhor parte. Atenção para os product placements forçadíssimos de um celular que não identifiquei mas que é menos prático do que um Iphone e do carro elétrico da Renault no final que toscamente entra na onda bolha da dança.
Como eu disse acima “Nothing But The Beat” chega às lojas do mundo todo dia 30 de agosto e chega com a missão quase impossível: superar o sucesso do anterior “One Love” (+ de 3 milhões de cópias vendidas) e seus 6 super hits no mundo. Por mais farofa que seja, o “One Love” foi o cd que definiu o cenário musical mundial nos últimos anos. Se hoje todo mundo está pulando no bonde do europop e do dance o responsável foi David Guett, que potencializou e tornou popular a fusão de artistas R&B com os DJs. Os primeiros nomes que o ajudaram foram Kelly Rowland, Ne-Yo e Will.I.Am e aos poucos todo mundo foi entrando na onda, o próprio Usher já disse que quem o convenceu a arriscar no dance foi Mama Rowland.
Para tentar sacudir as coisas em “Nothing But The Beat” o francês colaborou com alguns nomes esperados: Taio Cruz, Akon, Snoop Dogg, Ludacris, Usher, Timbaland e Will.I.Am e 3 nomes inéditos: a hypada Dev, a Soul SistaJennifer Hudson e a australiana Sia. O que será que vem aí com elas hein?
Talvez elas possam dar uma nova aura pro cd, porque até agora “Where Them Girls At” e o segundo single “Little Bad Girl” com Taio Cruz e Ludacris nada mais são do que o “One Love” requentado. O Timbaland tentou repetir o “Shock Value” com “Shock Value II” e o resultado foi um flop homérico. A sorte do Guetta é que na balada depois de enfiar o pé na jaca a gente dança qualquer coisa né?