Domingo passado foi ao ar a final do X-Factor britânico, mas só consegui postar hoje porque vocês viram né, que o site ficou meio perdido nos últimos dias, rs.
Rihanna, Christina Aguilera, Will.I.Am e Robbie Williams acompanharam os finalistas no palco. Ristranha acompanhou Matt Cardle com a tradicional cabeleira vermelha e um longo ABUSADO com uma fenda absurda até no pescoço quase, rs. Juntos cantaram a baladinha “Unfaithful”. Em seu momento solo Riri voltou para “What’s My Name”, que já é oficialmente a melhor música dela para se assistir ao vivo. Com essas pernas quilométricas ela combina muito mais com as faixas que tem o island-flavor do que o pop de origem americana.
Rihanna & Matt Cardle – Unfaithful
Rihanna – What’s My Name
Já XXXTTTIIINNNAAA se juntou a Rebecca Fergunson para um dueto “Beautiful”. Aguilera também não perdeu a chance de promover Burlesque que estreou exatamente nessa semana no Reio Unido. Momento mais que oportuno para uma performance de “Express”.
Christina Aguilera & Rebecca Fergunson – Beautiful
Christina Aguilera – Express
Parece que o X-Factor REALMENTE é um catalisador de carreiras lá em UK hein? Porque a Flopzinger se apresentou e virou Hitzinger e agora a Aguilera bombou horrores depois que o programa foi ao ar. “Beautiful” re-entrou no hot 100 do Itunes UK no #92 e as vendas do cd da trilha sonora de Burlesque subiram 400%. “Express” também estreou nas tabelas no #49. The X Factor Magic!
Para saber o que mais aconteceu na noite clique aí em mais!
Hoje o novo cd do T.I. “Mercy” acabou caindo na internet, e uma das faixas mais esperadas é o novo single “Castle Walls” que tem participação de ninguém menos do que Christina Aguilera. Agora ela anda meio caidinha, ele tem dinheiro para poder bancar um featuring com ela.
A faixa foi produzida por Alex da Kid, que se tornou um especialista da fórmula rapper + cantora pop = midtempo hit, já que ele também foi responsável por “Love The Way You Lie” do Eminem com a Rihanna e “Airplanes” do B.o.B. com a Hayley Williams.
Será que a faixa pode salvar a carreira da XXXTTTIIINNNAAA que esse só resultou em desastres? A letra faixa faz bastante sentido com essa fase que ela está vivendo: “If I should tumble, if I should fall, would anyone hear me screaming behind these castle walls?”
A colaboração foi uma das melhores que ela já fez. Todo mundo já sabe que ela sabe cantar, então é muito bom ver ela parar de gritar colocando todo o pulmão pra fora e só cantar uma baladinha sem notas altas em um tom baixo e constanto aveludado, uma delícia. Com certeza essa parceria com o T.I. veio em uma ótima hora.
T.I. – Castle Walls (ft. Christina Aguilera)
É melhor do que qualquer faixa da trilha sonora do Burlesque. Por enquanto o filme rendeu 17.1 milhões na primeira semana, o que não é muito, mas teve filme que já conseguiu render menos de 3 milhões na primeira semana. Para não ser considerado um fiasco, Burlesque vai precisar pelo menos se pagar, ou seja, render mais de 60 milhões de dólares.
O Los Angeles Times ponderou sobre a película dizendo que a questão é que não querem ver uma cantora multi-platinada de sucesso interpretando uma ingênua iniciante, como a Mariah “The Mimi” em Glitter, ou talvez uma cantora interpretando a cantora seja redundante demais:
“Maybe…it’s a question of not wanting to see a contemporary multi-platinum recording artist as an ingenue, as [Mariah] Carey was in [Glitter] and Aguilera was in this one. Or maybe we just find a singer playing a singer, as so many do in these contemporary films, just a little bit redundant.”
Estão correndo atrás da meta, já que a promoção está a todo vapor, com entrevista e performance no Jay Leno, performance no Dancing With The Stars e entrevista no Chelsea Lately. Nessa última aliás, além de falar do trivial (filme, filhos, carreira, Cher), a cantora do “Byeonic” também contou para Chelsea Handler como é fazer xixi e cocô durante a turnê, rs. #TENSO.
Vamos à segunda parte da premiação com mais performances do ano. Depois da Ke$ha, Rihanna e cia, agora tem sono, revival e gritaria.
A Christina Aguilera relembrou aos presentes que para cantar ao vivo é bom ter uma voz afinada, e apesar dos mil percalços que ela teve que enfrentar em 2010 ela ainda se sustentou bem no palco. O palco mais simplório do que o dos outros artistas foi compensado pela voz dela que estava bem melhor do que as deles. A música usada foi “Express” do Burlesque, não curti muito porque foi bem “Back to Basics Tour”.
O Bon Jovi repetiu a dose do European Music Awards e atacou de medley com “What You Got”, “You Give Love a Bad Name” e “It’s My Life”. A razão deles terem ressurgido assim e estarem cantando essas músicas antigas é pelo lançamento da coletânea da banda.
O Usher cantou (na verdade tentou) “Dj Got Us Falling In Love”. Apesar de dançar bastante, sua voz estava extremamente falha. A surpresa ficou por conta da aparição não anunciada do Swedish House Mafia que mixou o hit dance do cantor com o hit europeu deles “One“, Amei a versão. Só achei um pouco pretensioso dele gritar “R&B Forever” quando foi receber um prêmio, já que esse ano o sucesso deles foi única e exclusivamente graças aos seus hits dance/europop.
A banda Train, outrora conhecida como o Capital Inicial América, fez um medley de dois singles. Apesar de muitos anos de carreira eles só serão conhecidos no Brasil esse ano, já que agora eles tem música em novela, e só assim para muitos artistas ficarem conhecidos por aqui. A faixa que vai começar a tocar por aqui bastante é “Hey Soul Sister”, a que ele usou pra fechar essa apresentação.
E o grande destaque da noite na minha opinião foi mesmo o show de encerramento do evento, um momento nostalgia total com a junção de duas boy bands que fizeram história na música. O New Kids On The Block em sua formação original dividiu o palco com o Backstreet Boys que também estava quase completo, só faltou a presença do Kevin. Os dois grupos estão em uma turnê conjunta pelos EUA chamada NKOTBSB Tour.
Ao mesmo tempo que foi demais essa apresentação também foi meio triste, porque convenhamos, ter que viver de músicas que lhe deram sucesso há 10, 20 anos atrás é meio decadente. Não que eles façam isso por dinheiro, porque todo mundo aí já tem um pé-de-meia maior do que um dia eu terei, mas quando lançam cd novo o sucesso é ínfimo perto do que já foram. Não teve um que conseguiu se desprender da imagem do grupo até hoje. Aliás os únicos que conseguiram solidificar uma carreira pós-boy band foram o Justin Timberlake depois do N’Sync, o Robin Williams pós Take That e o Ricky Martin pós Menudos.
Por outro lado qualquer pessoa entre seus 23 a 35 anos com certeza teve um arrepio ao ver os dois grupos juntos relembrando um passado que todo mundo dessa idade viveu. Eles pegaram pesado viu! Só as clássicas: “Everybody”, “I Want It That Way”, “Step By Step”, “Right Stuff” e “Larger Than Life”. Também é bom salientar que muitos deles continuam visualmente bem honestos hein?
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Outras performances da noite que não me interessaram muito:
A Miley Cyrus resolveu usar mais do que 30 centímetros de tecido como de costume em um figurino para cantar a comportada “Forgiveness & Love”. (aqui)
O Kid Rock que canta muito bem entoou “Times Like These” faixa bem na pegada do “existe um mundo melhor”. (aqui)
O Justin Bieber, que acreditem ou não foi o grande vencedor da noite com 4 prêmios incluindo álbum do ano e artista do ano ( SERIOUSLY?) apresentou “Pray”, que não me interessa nem um pouco. Damn you voto popular! (aqui)
O Ne-Yo trouxe um medley de faixas do seu novo cd conceitual “Libra Scale“. No meio do medley tem a única música que eu gosto por enquanto desse projeto dele, “One In a Million”. (aqui)
A Taylor Sleep cantou mais uma música de ninar. Dessa vez foi a emocionante “Back to December”. A cantora resolveu trocar os cachos que devem demorar horassss pra ficar pronto daquele jeito que ela sempre usa e acreditou no poder da Escova de Chocolate com formol 2%. (aqui)
E o Santana, um dos maiores guitarristas do mundo, juntou-se ao Gavin Rossdale, marido de Gwen Stefani, para uma apresentação, como sempre, totalmente profissional e de alto nível. (aqui)
O primeiro filme da Christina Aguilera nem estreou ainda e eu não aguento mais ouvir falar de Burlesque. De cada 5 palavras relacionadas à ela 391 são Burlesque. E como promoção pouca é bobagem, coincidentemente (seriously?) 9 dias antes do filme estrear a cantora ganhou a sua estrela na Calçada da Fama. Sem sombra de dúvidas por merecimento, pois mesmo com o flop de “Bionic” ela já vendeu mais de 30 milhões de cds pelo mundo, ganhou 5 grammys, teve 3 cds no top 5 da Billboard, quatro #1′s no hot 100 e foi a única cantora abaixo dos 30 anos de idade a entrar na lista da Billboard dos 100 maiores cantores de todos os tempos, mas também é certeza que esse reconhecimento chegando agora foi um grande lobby entre executivos para promover mais ainda o longa metragem. O que importa é que ganhou né?
Veja abaixo o momento em que ela ganha a condecoração, sendo introduzida primeiro com a leitura ao vivo do release de Burlesque e depois uma retrospectiva de sua carreira que inclui até o “My Kind of Christmas“:
O primeiro single do filme será a burlesca “Express” que é interessantezinha mas totalmente datada, não acho que tenha potencial mainstream, mas é bacana.
Agora se você quiser conferir a trilha sonora toda do Burlesque, tem Aqui. Só curti as 2 faixas que são da Cher, rs, porque o resto é “Back To Basics 2″ e eu não escondo para ninguém que eu não gosto nem um pouco do “Back to Basics”, e antes que venham me metralhar já aviso, não é uma profecia ou uma verdade absoluta, EU não gosto, mas se você curte vai nadar de braçada nessa trilha sonora. Prefiro ouvir o “Byeonic”.
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E falando nele, a era biônica está oficialmente morta. Durante uma entrevista para a revista InStyle, ao passar pelo closet da Xtina ela pegou alguns looks e disse: “This is sort of left over from the Bionic phase,” e já soltou “Now I’m actually in the studio recording the next album which has a different vibe, so this is already old news”, ou seja o cd infelizmente já se foi.
O lado bom é que ela anunciou que o próximo será inspirado no disco que a colocou no mapa mundi “Stripped“: ”I think now we’re back to going a little deeper, in the vein where I recorded my Stripped record, which was very personal and more introspective.”
O “Stripped” foi o álbum que girou em torno de seus hormônios transformando-a de menina para mulher e os problemas de sua vida, foi bem pessoal e autoral. Lidando com a mídia negativa, um cd disastroso, um divórcio, acusada de infidelidade, de ser lésbica, de ser bitch, de copiar a novata Lady GaGa e muito mais, o que não faltará é assunto para um novo cd profundo e pessoal.