Ontem aconteceu o elegante e extravagante Metropolitan Museum of Art Gala, conhecido popularmente como Met Gala, e se você pensa que o Oscar é o lugar para as celebridades investirem na Alta Costura como se não houvesse amanhã, pense de novo…

Dentro do circuito dos grandes eventos de celebridades, com certeza o Met Gala tem o Red Carpet mais impactante do ano, de lá já saíram a Madonna de coelho Louis Vuitton e a Beyoncé naquele vestido que ela nem conseguia subir a escada, rs.

Na teoria, o evento tem um motivo nobre, mas na prática, como definiu Rihanna em seu Tom Ford, é mais um evento para usar vestidos ousados, ter um bom jantar e se divertir:  “I love coming to the Met Ball. It’s a fun event,” said the “Where Have You Been” singer. “You get dressed up, have some nice dinner, and have some entertainment.

Como aqui é um blog de música, vamos ver o que a galera dos microfones apresentou? Lembrando que no Met Gala não existe gente cafona, só existe gente entediante, rs.

Oi, sou Rihanna e te desprezo. Achei que Rihanna ia chegar em algo louco e ultrajante, mas preferiu fazer a femme fatale no Tom Ford de crocodilo respeitando a regrinha de ouro da Glória Kalil, mostrou em cima esconde embaixo, e vice-versa. Riri Ready to Kill! Bem melhor que ano passado.

Vem que tem mais gente:

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Eu fiquei bemm surpreso quando “Better Than I Know Myself” do Adam Lambert fracassou nas paradas. Tinha achado a música um super hit radiofônico, com letra pra cantar junto e uma vibe bemm parecida com, talvez o maior sucesso dele até hoje, “Whataya Want From Me”, porém a baladinha pop/rock não vingou e não criou expectativa nenhuma na massa para seu segundo cd “Trespassing“. Para o segundo single, a gravadora então resolveu não brincar e usar uma carta grande: “Never Close Our Eyes”.

O segundo single da Diva Lambert já chega com enormes credenciais: composição de Bruno Mars e produção do Dr. Luke. Oi? Precisa ouvir mesmo? Acho que merecia ir direto para o topo dos Pop Charts, que só conta execução nas rádios, porque mais hit do que isso impossível.

Na verdade a música é bem velha, uma sobra de 2010 do Bruno Mars, mas que em uma versão repaginada para Lambert ficou bem contemporânea. Não tem como negar o talento do havaiano na composição. A música que fala sobre a vontade de que dá de nunca dormir, porque isso a gente faz depois de morrer, é bem sacada: “There’s plenty of time to sleep when we die / So let’s just stay awake until we grow older / If I had my way we’d never close our eyes, our eyes, never!”

Apesar do mergulho na onda dance para tirar sua fatia do bolo, Adam ainda manteve duas grandes qualidades suas: o vocal potente (nada de auto-tune) e a personalidade. Mesmo com as batidinhas já sacados do Dr. Luke, você ouve “Never Close Our Eyes” e sabe que é do ex-American Idol, não é como uma daquelas músicas do RedOne ou até do Dr. Luke mesmo que se forem cantadas pela Ke$ha, Katy Perry, J-lo, Havana Brown, dá tudo na mesma.

E aí? Acham que a faixa vai impulsionar o segundo cd dele? Agora será um single bombante? A pegadinha dance incomoda?

Encerrando a noite do Summer Soul Festival, Bruno Mars apareceu no palco acalentando a alma de todas as centenas de adolescentes apaixonadas que se apertavam na grade para ficar um centímetro mais perto do havaiano.

Antes do show que começou quase às 00h30, senti um desdém em relação ao cantor pela parte da platéia que não era composta por meninas histéricas. “Ah, Bruno Mars, quem aguenta“. Porém após sua setlist de quase 1h30 os presentes viram que estavam errados sobre o artista que é mais do que uma voz radiofônica.

A maioria das pessoas acha que Peter Gene Hernández (seu nome verdadeiro) chegou em 2010 na indústria da música, mas poucos sabem que ele já está no mercado há muitos anos, nos bastidores. Além de cantar, Bruno faz parte do trio The Smeezingtons, com quem produz e compõe, e ainda que canta, dança, toca instrumentos, como foi mostrado no Summer Soul misturando vários gêneros e indo além do som pop pelo qual ficou mundialmente famoso.

Bruno Mars – Grenade (ao vivo no Summer Soul Festival em SP)

Confira abaixo como foi o show de Mr. Mars, com comentários e vídeos:

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Depois de falar de Rox e Florence + The Machine, eu estou acabando de subir os vídeos do show do Bruno Mars no Summer Soul Festival para liberar o post para vocês, mas um fato me chamou muito a atenção aqui em SP e aconteceu de novo ontem na quarta no Rio de Janeiro.

Aqui em SP, depois de “The Lazy Song” as fãs histéricas da primeira fila começaram a cantar muito alto “Oh, If I Catch You”. Sim minha gente, a versão em inglês do sucesso “Ai Se Eu Te Pego” do Michel Teló. A música está se espalhando pelo mundo afora, o que ninguém imaginava, e estou começando a achar que ele é o primeiro brasileiro a fazer pacto com os Illuminati, hahaha.

Quando as fãs cantaram aqui em São Paulo, Bruno deu uma dançadinha, riu e disse que não sabia o que elas estavam cantando, mas esperava que fosse algo bom. Pois bem, depois do show alguém explicou, porque no Rio de Janeiro, na quarta-feira, Bruno inseriu o refrão da música no setlist, cantando bem na hora que faz uma palhaçada em “The Lazy Song”.

O cantor obviamente fica chocado com a reação do público, que berra a letra da música. Acho que passa pela cabeça dele: “que raios de música é essa que todo mundo canta?” E então ele resolveu testar a resposta do público, rs.

Bruno, que está gostando muito do país, fez o show com uma camisa da seleção brasileira.

Acho desnecessária a discussão da qualidade da música, mas continuo me impressionando com a repercussão que ela alcança!

 

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