Kelly Rowland está pronta para voltar com “Dumb”

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HELL YEAH! A cantora mais subestimada do R&B está de volta! Depois de um período cuidado da sua família, Kelly Rowland está pronta para iniciar a promoção de seu quinto cd.

É uma pena que K-row não seja valorizada como merece. Ela se encaixa em tudo. R&B sexy? Ela faz MUITO bem, “Motivation” está aí para provar. Club bangers? “Commander” e “When Love Takes Over” falam por si só. Seu vozeirão de diva explode em arenas. Classic R&B? O cd “Simply Deep” é uma pérola. Hip Hop? Newsss call it “Street Life” (amo essa música). Isso sem falar de hinos como “Dilemma” e “Work”.

O mundo devia se envergonhar de não dar mais reconhecimento para ela, mas talvez ela seja boa moça demais. Às vezes artistas são tão perfeitinhos que falta um escândalo para colocá-los na boca do povo. E acho que isso é um pouco o caso dela. O cabelo é lindo, a pele é uma seda, o corpo é insano. Sua vida privada está quase trancada a sete chaves. Ela nunca venderia a capa de tablóides. E isso no mundo fonográfico faz falta às vezes.

A sua ausência se deu por causa desse lado. Como diz Adele, “life happened”. Depois do quarto disco, “Kelly Rowland”, ela se casou com seu empresário, sua avó faleceu e teve seu primeiro filho, Titan, que provavelmente já deve estar ensaiando duetos com Blue Ivy. Agora Ms. Kelly está pronta para voltar, mas nos seus termos. Seu quinto disco está sendo produzido de forma independente. Apesar dos quatro primeiros terem sido lançadas por gravadora (“Simply Deep”, “Ms. Kelly”, “Here I Am”, “Kelly Rowland”), com o quinto, a cantora de 34 anos (nem parece!) quis criar com controle total. O fato dela ser um terço do Destiny’s Child, um dos maiores grupos femininos de todos os tempos, gerou um fluxo de caixa bem gordo, suficiente para que se dê ao luxo de fazer música como quer, sem depender dos outros.

“Dumb” é a primeira amostra dessa nova fase. Um batidão, o que chamam de “party record”, uma batida trap em cima de um grave bem pesado. Me fez lembrar aquelas boas épocas que o Bangladesh produzia músicas graves assim como “Video Phone” da Beyoncé e “Sleazy” da Ke$ha. A letra de “Dumb” é uma bobagem só. Aquele conceito de sempre: “eu cheguei, eu sou a linda, todos os olhares pra mim, o batidão me faz descer até o chão, dinheiro voando, bla bla bla”. Mas é difícil ouvir sem ficar com vontade de sensualizar, hehe.

K-Row está em uma fase bem feliz da vida, então esperem por mais “hot beatz” da subestimada do R&B.

Ps: Vocês viram que ela está fazendo a mãe do Lucious Lyon em Empire?

Ps2: Há uns meses ela gravou essa música fofa com esse Jacob Whitesides que eu não conhecia.

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