Há muitos meses (mais de ano se não me engano) Jennifer Lopez gravou o videoclipe da faixa “Good Hit”, faixa antiga que acabou entrando na tracklist final do seu cd “Love?“.

Há uns meses atrás o videoclipe apareceu na internet aí o que diziam ser o tal clipe que nunca viu a luz do dia e acabou vazando.

E agora parece que a versão original e final desse bendito vídeo apareceu de verdade mais uma versão apareceu, como vocês poderão conferir abaixo. É quase a mesma coisa da outra que sumiu da internet, J-lo é professora na Escola de Fierceness e ensina suas alunas como ser gostosona com nada mais do que um maiô de onça, um secador e muito, mas muito vento no cabelo…de dar inveja na Beyoncé.

A novidade é que junto  a essas cenas colocaram umas imagens dos bastidores do ensaio promocional do “Love?” e outras cenas dela praticando na frente do espelho “Good Hit”.

Apesar do auto-tune exagerado adoro essa música e a dancinha do clipe é demais também.

Vídeo via Blog-CadiPop

Ficou decepcionado porque o clipe de “Set Fire To The Rain” da Adele foi bem sem graça com cenas do dvd (que sem surpresas está vendendo como água)? Esse vídeo fanmade dirigido por Andrew Vallentine pode acalentar os mais desesperados.

O clipe fake é bemmm legal, com Michelle Meredith encarnando muito bem o papel de Adele, em algumas cenas está parecedíssima!

A história simples mostra um triângulo amoroso inusitado representado em meio a uma coreografia de dança contemporânea. Bem satisfatório.

Indo para o mundo real e falando da verdadeira Adele, vai ser a maior zebra do século se ela não levar o GRAMMY de álbum do ano pelo “21“, visto que a britânica é consenso em todas as listas de cds do ano e artistas do ano, da Itunes Store e EW à TIME Magazine e Billboard.

Fechando o ano com chave de ouro, depois de tantos recordes e conquistas, Adele foi coroada como a ARTISTA DO SÉCULO no Reino Unido! Que loucura não é? Com 3.4 milhões de unidades vendidas, o “21″ acabou de passar por 100 mil cópias o “Back To Black” de 2006 da Amy Winehouse como o cd mais vendido por lá nesse século. A conquista se torna maior ainda com o pelo de que a pirataria tem afetado gravemente a indústria e por ter conseguido o recorde em apenas 10 meses, enquanto o da Amy por exemplo levou 5 anos pra chegar em 3.3 mi.

O que mais a ADELE NATION pode conquistar?
Será que em 2012 ela vai continuar com essa força?

Depois de nos presentear com a deliciosa “Happy Violence“, o duo Dada Life continua com seu big fat bass e após um teaser maluco finalmente libera a pulsante “Kick Out The Epic Motherf**ker”.

As características continuam as de sempre dos suecos, os sintetizadores sujos, os drops gigantescos, o bass nervoso e a atitude I don’t give a shit, hahaha. A música foi lançada dia 5 de dezembro no Beatport. Outro vencedor para o catálogo deles.

O conceito da música é bem simples: alguma coisa lhe incomoda? KICK OUT THE EPIC MOTHERFUCKER!

Um videoclipe com um edit de 3 minutos da música também foi lançado e mostra como é um dia “normal” na vida de Olle e Stefan em turnê totalmente alucicrazies por onde passam. Agora se você quiser acompanhá-los fazendo compras no supermercado também pode, e para quem os conhece, não é difícil imaginar o que eles compraram por lá. Muita vontade de ir em um show deles, parece ser bem insano.

Esse é um vídeo que eu deveria ter postado há algumas semanas mas sempre esquecia e por vários lembretes da #dontskipnavy aqui está, hehe.

Depois do estouro com os covers famosos de Nicki Minaj a Chris Brown, está na hora do Karmin brilhar sozinho em seu primeiro videoclipe oficial do single próprio “Crash Your Party”.

Ao invés da pegada acústica que os fizeram famosos, a EPIC Records preferiu lançá-los como um ato pop bem Top 40 Radio, com essa musiquinha leve, fácil de mastigar, de letra simples, eu achei bem sem substância pra falar a verdade.

A própria Amy diz que o significado do título da música é porque ela sente que entrou na indústria fonográfica literalmente de penetra, pois não foram descobertos por nenhuma grande gravadora ou em barzinhos. Se hoje em dia estão gravando clipes com cenários e vários efeitos é porque os fãs que os colocaram nos holofotes, assistindo seus covers milhões de vezes, mas agora vamos ver se eles também terão esse apoio todo com material próprio.

Adorei o vídeo, curti o conceito galhofa de ir passando de um ambiente maluco para o outro, alguns são bem engraçados, mas vamos combinar que a Amy carregou o vídeo sozinho né? Essa nasceu pra ficar em frente às câmeras. Nick pode ser o comparsa dela na hora de tocar ao vivo, mas no vídeo dirigido por Syndrome ele ficou praticamente invisível, falta carisma. Por enquanto ele é o Marrone do Bruno, o Luciano do Zezé, o Taboo do Black Eyed Peas, etc.

Será que eles vão emplacar com material próprio ou só eram relevantes por causa dos covers?

Antes que vocês fiquem animadinhos, Cher Lloyd não escolheu “Dub On The Track” como o próximo single de “Sticks + Stones“, o terceiro single do disco de estréia dela continua sendo a insossa “Want U Back”, o misterioso vídeo de DOTT aparecendo assim do nada é apenas um golpe “marketeiro”.

Dois motivos porque vocês poderão assistir a esse vídeo em alguns segundos:

1 – Durante o X Factor UK Cher era considerada a audaciosa, com o visual diferente, cheia de coolness e swagga. Quando saiu do programa vieram com a toda pop “Swagger Jagger” e seguiram com a fofa “With Ur Love”. Como o lado super ousado não é tão vendável, lançam esse clipe de “Dub On The Track” que dá pra ela pagar de moderna sem desperdiçar dinheiro da gravadora com um single flop.

2 – Fica também de agrado aos fãs, já que eles adoram a música mas ela nunca seria single, haha.

A música produzida por Toby Gad tem participação de Mic Righteous, Dot Rotten e Ghetts.

Falando em “Want You Back”, o clipe já foi gravado em Los Angeles e C-Loy já começou a cantá-la por aí:

Viu? Outra fofinha de single, rs.

Depois de anos em estúdio, finalmente o projeto do segundo cd do The Ting Tings ficou palpável, com capa, data de lançamento (27 de fevereiro), tracklist, tudo que os fãs vem aguardando por um bom tempo.

Depois da catastrófica “Hands” (que eu gosto) e a chata “Hang It Up”, digo que o modo como estão conduzindo sua carreira é no mínimo bagunçado. O cd que inicialmente se chamaria “Kunst”, em homenagem a uma casa de massagem perto do estúdio em que gravavam em Berlim, agora se chama “Sounds From Nowheresville“, que como explica Jules é exatamente porque tem sido criado há tanto tempo por todo lado que não tem mais pátria, rs. Só de turnê foram 2 anos e meio!

“We spent so long on the road — recording music and touring — that the whole musical element of the album came from everywhere and nowhere.”

Ele ainda completa dizendo que o cd foi tomando forma durante o cotidiano, em hotéis, guardanapos em bares e cita como exemplo o refrão da faixa “Guggenheim”, que Katie escreveu meio bebaca dentro de um táxi indo pro hotel. Aliás, observando a tracklist final, vimos que “Hands” acabou ficando de fora, pois como os próprios donos da música dizem, “no final ela acabou ficando fora da vibe do cd todo, mas vai aparecer como bonus track em algumas versões do álbum“.

Não sei porque a música não se encaixa, porque pelo que eu andei lendo as referências estão totalmente espalhadas, “Day to Day” tem uma pegada TLC, “Guggenheim” (que dizem que tem que ser single) é indie rock, além de inspirações de synth pop do Pet Shop Boys a baladinhas do Fleetwood Mac, mas o cd que mais os inspirou em estúdio durante as gravações foi “Paul’s Boutique” do Beastie Boys. Gente que loucura!

1. “Silence”
2. “Hit Me Down Sonny”
3. “Hang It Up”
4. “Give It Back”
5. “Guggenheim”
6. “Soul Killing”
7. “One By One”
8. “Day to Day”
9. “Help”
10. “In Your Life”

A arte bacana e trash da capa do cd é outra história à parte. Há um tempo atrás o TTT criou a campanha Show Us Yours, a qual incentivava fãs a enviarem fotos, vídeos e ilustrações sobre o duo, quando se depararam com a ilustração acima de Milan Abad. Jules de Martino afirma à SPIN que foi amor à primeira vista, e que a arte representa tanto essa fase deles que acabou virando a capa do cd, porém outros trabalhos também aparecerão pelo encarte de “Sounds From Nowheresville”.

“He produced a piece of artwork that is just amazing, and we fell in love with it, and it became the front cover. It’s a totally cool piece, and it kind of transcends everywhere we are at the moment and what our album’s about.”

Olha, eu não entendi nada do que ele quis dizer acima, mas a minha interpretação é que demoraram tanto para lançar esse cd que apodreceram já, rs. Aliás nem cheguei a postar aqui o último vídeo que lançaram, uma versão remix da faixa “Silence”, que abre o cd, com temática anti-bullying.

The Ting Tings – Silence (Bag Raiders Remix)

E aí? Quais as expectativas para “Sounds of Nowheresville”? Eu baixei as minhas completamente, rs.

 

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