Depois de 2 uptempos nos EUA, Kelly Rowland lança a primeira baladinha do cd “Here I Am” por lá. O delicioso R&B “Keep It Between Us” foi escolhido como o novo representante do disco por lá.
K-Row e seu par romântico no clipe, o ator Lance Gross, voaram para Paris em novembro do ano passado para a gravação do vídeo que mostra com muita classe o charme da cidade. Eu achei a história meio “Halo”, com a ex-DC nos mostrando como é um dia em sua vida amorosa fazendo coisas simples do dia. Simples até demais, já que ela ficou completamente em sua zona de conforto: um boy magia negão para acompanhar enquanto ela esfrega na cara do mundo como ela é sexy.
A música é uma delícia, mas eu imagino que não vá ter repercussão nenhuma nas paradas, talvez emplaque nas tabelas R&B.
O duo The Knocks é uma das minhas novidades favoritas e mesmo assim eu nunca falei no blog deles, rs, ai que vergonha, até já bati um papo com eles pelo Twitter. Tenho um rascunho de post de outubro de 2010 que nunca ficou pronto, mas a descoberta de hoje é um bom motivo para falar deles.
O duo do Brooklyn formado por BRoc e JPatt é considerado uma das grandes novidades na área de produção pela NME, e o reconhecimento veio da observação da qualidade do trabalho deles em faixas como “Blackout” (fantástica!), “Make It Better”, “Dancing With The DJ” (que está na Kick Drum #3) e mais recentemente no ensolarado single “Brightside” que tem esse clipe excelente:
Eles tem essa capacidade de criar faixas eletrônicas mais gostosinhas-feel-good, melódicas e bem e fáceis de degustar, mais inclinadas para a era Disco e House do que o Eurodance e essas vertentes mais pesadas que estão ficando tão populares, mas se eles não se preocupem em criar os remixes mais pesados, tem quem se preocupe como vocês podem ouvir no Fred Falke Remix abaixo:
Antes dessa onda K-Pop estourar, antes de 2Ne1, T-Ara, Girls’ Generation, Brown Eyed Girls e outros grupos coreanos de sucesso, as grandes estrelas do país eram as Wonder Girls. Foram as primeiras coreanas a entrar no hot 100 da Billboard, lá em 2009 com a viciante “Nobody“, um k-smash e provavelmente uma das melhores músicas produzidas por lá até hoje. Depois ainda veio a sensacional 80′s “2 Different Tears” que por meses em 2010 foi o meu vício. As Wonder Girls tinham elevado os girl groups coreanos a outro nível.
Porém após o estouro Sohee, SunYe, Lim, Yubin e Yenny sumiram do mercado e ficaram morando por 2 anos na América aprimorando seu talento em dança, canto, aprendendo instrumentos, e no fim de 2011 voltaram amadurecidas no que foi considerado o melhor cd de K-pop do ano, “Wonder World“. O single retirado do álbum foi a sixties-moderna “Be My Baby”.
A ausiência dos holofotes porém afetou o grupo que deixou de ser o maior coreano e perdeu território para as SNSD, 2NE1 e T-ara, porém na corrida pelo movimento migratório para o ocidente, as WG são as mais adiantadas.
“Wonder World” já é um cd que mistura muito bem os sons do oriente e do ocidente, e além de já terem entrado no hot 100 também terão seu primeiro filme estreando dia 2 de janeiro no TeenNick, The Wonder Girls. É um filme para TV em um canal adolescente, mas já é uma forma de começarem a ficar conhecidas do público. O single oficial do filme é a house/dubstep-ish “The DJ Is Mine”. A música, total ocidente, é o primeiro single em inglês dessa nova fase.
O vídeo dirigido por Ethan Lader infelizmente é mais americano do que coreano, leia-se bem mais pobre do que os padrões da Coréia. Não sei de onde tiraram a idéia de jogar esse efeito cafonésimos de glow na pele. Participando do vídeo temos as School Gyrls, um grupo formado pelo Nick Cannon que disputa com as coreanas no vídeo a atenção do dj, rs.
Lá vou eu tentar decorar mais uma vez as caras dessas meninas, rs. Até agora só consigo reconhecer as 2NE1, a Ga-In das Brown Eyed Girls e a SunYe e a Sohee desse grupo, rs.
Oi Nicki Minaj, noite de sexta-feira por acaso é hora de se estrear videoclipe? Deixou todo mundo louco na rua querendo ver o clipe de “Stupid Hoe” sem poder, rs.
A estranha música é a primeira a ganhar um clipe do disco “Pink Friday: Roman Reloaded“, e minha opinião ficou bem dividida.
Pelo lado emocional eu adorei, Nicki fazendo e acontecendo mais do que nunca deixando Roman Zolanski à solta para realizar todas suas pirações. Pelo lado racional eu não sei se curti muito viu. Ao mesmo tempo que eu gosto dela eu quero vê-la fazendo muitooo sucesso, e não sei se o mainstream vai absorver tanto o vídeo quanto a música. “Stupid Hoe” começou a subir muito no airplay nos últimos dias, o que significa que o single está tocando mais e mais nas rádios, e se ela conseguir fazer essa música colar e ter sucesso, aí eu vou ter CERTEZA que ela atingiu o patamar de popstar, porque não é nem um pouco o gosto da grande massa.
Eu parei de gostar do trabalho do Hype Williams como diretor há uns bons anos, todo clipe é a mesma coisa, e de onde ele tira tanto efeito cafona? Antes era a explosão de “We R Who We R” da Ke$ha, agora essas estrelinhas na Nicki? WEIRD. Sem contar a marca registrada dele de piscar a tela até você ter um ataque epiléptico que vem usando há anos em TODOS os seus vídeos.
Algumas pessoas tem apontando algumas semelhanças que seriam referências a outros vídeos, mas eu acho que é ver nuvem, é olhar pro céu e enxergar o que quiser. O olho esbugalhado a la “Bad Romance” nem é a característica do clipe, a cadeira gigante é mais velha que andar pra frente, já existe desde TV Pirata na Globo, e talvez só a jaula lembra a da Shakira em “She Wolf”, entretando nenhuma dessas caracterísitcas é marca registrada dessas cantoras. A única coisa que eu olhei e falei “ISSO é referência”, foi a pose de Grace Jones no começo, hehe.
Ai gente, muita piração esse clipe, ainda não consegui processar direito, haha.
O cd “Pink Friday: Roman Reloaded” estava inicialmente marcado para 14 de fevereiro, dia dos namorados nos EUA, mas acabou sendo transferindo para abril, o que era de se esperar já que até agora ela não promoveu nada do cd!
O ex-futuro da música eletrônica, Justice, lançou hoje o videoclipe de “On’n'On”, o terceiro single do polêmico cd “Audio, Video, Disco“, e apesar do clipe ser bem legal, o trabalho em si do duo francês já não é tão relevante.
A música é um dos poucos destaques do cd de rock progressivo como gostam de afirmar on and on ser a pegada do álbum, mas o vídeo é bem interessante hein? Pegaram a idéia do título e o clipe vai indo, indo, indo, não para, com umas partes bem alucinógenas hein? Rs.
Em 2008, por 15 minutos, o Justice foi a promessa do futuro da música, o novo Daft Punk. O cd “†” foi recebido por carruagens douradas e chuvas de louros, os ingressos de seus shows disputadísimos e se tornaram headliners de festivais. Como bons franceses que são, Gaspard e Xavier ficaram se sentindo a última bolacha do pacote e resolveram que poderiam sair em longas férias em uma viagem espiritual para buscar o novo conceito para o segundo álbum.
Voltaram no fim do ano passado com “Audio, Video, Disco” achando que iriam reencontrar o mesmo momento de quando sairam dos holofotes, e não foi o que aconteceu. Tem gente que diz que eles foram os precursores dessa onda dubstep, e se não tivessem se ausentado tanto até poderiam surfar na onda de sucesso que o gênero desfruta, mas aí veio o Skrillex com 5 indicações ao GRAMMY e Deadmau5 e roubaram a atenção deles.
Hoje o Justice voltou a ser uma buzzband com um cd mediano que amargou um fraco 5.3 de uma das bíblias indie, o site Pitchfork.tv, que disse que para ouvir o disco todo só sendo muito fã deles mesmo, mas metidos que são podem afirmar que nem queriam fazer sucesso mesmo, o cool é ser underground.
PS: O remix de “On’n'On” do Brodinski ficou sensacional também! Ele e mais 4 remixes de Tiga, Rick Rubin, Erol Akan e Video Village estarão no EP “On’n'On” que sai dia 30 de janeiro pela Ed Banger.
Depois de pegar a Billboard de surpresa o Far East Movement volta com Rye Rye no clipe de “Jello”. Em tempos de SOPA e PIPA, os americanorientais invadem a conferência contra graves B.L.O.W. (Ban Low-Oscilating Woofers) e aprontam aquela confusão na companhia da bagunceira Rye Rye. Para chegar até lá foram de MINI (alguém tem que pagar a conta não é?).
Kev Nish, Prohgress, J-Splif e DJ Virman não pensaram duas vezes antes de causar no evento, mesmo com a presença de Tiger Woods, Oprah e Obama (que para mim ficou a cara do Drake, rs), subindo nas mesas, bagunçando os convidados e obviamente, tomando jello shots!
“Jello” é o primeiro single de “Dirty Bass“, o segundo cd deles pós-fama e quarto no total, e mesmo com a aparição notável da querida Rye Rye não acredito que essa música vá acontecer. O The Cataracs tentou recriar a mágica dos sintetizadores de “Like a G6″ mas não funcionou. A música é bem vazia e a letra fraquíssima “ello ello we downtown L.A, ghetto, jello”. Falta um talento na música para ela ficar grudenta.
Independente do single estou bem curioso para ouvir o “Dirty Bass”. O cd anteriror, “Free Wired”, é muitooo bom e ouvi constantemente por 2010.
Agora desculpem-me Far East Movement, mas é assim que se invade uma festa:
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