Se na música as The Saturdays morrem de ansiedade de esperar um mês inteiro para ver o boy magia, no videoclipe para o novo single “30 Days” elas mostram como passam esse tempo, e que safadinhas hein?

É, com as sabadetes não tem essa não, os 30 dias até a chegada do dia especial são gastos com… SPEED DATING! Olha que romântico da parte delas não é? Não tem boy, então vão para uma lanchonete fazer encontros relâmpagos com 20 caras diferentes, rs. Como toda boa comédia, o que acontece no vídeo é que esses encontros estão recheados de figuras exóticas e pessoas bizarras.

O que me preocupa nesse momento é que as The Saturdays estão em uma decadência gigantesca. O cd “On Your Radar” não vendeu nem 60 mil cópias até agora. Os singles nao estão respondendo mais e essa faixa do Steve Mac é tão genérica e desnecessária. O clipe chegou e apesar de ser divertidinho e engraçado por 2 minutos é inútil no fim das contas.

As sabadetes estão tão relevantes quanto o lineup atual das Sugababes. Enquanto as boy bands britânicas estão voltando a ganhar território no mundo com o One Direction e os The Wanted bombando nos EUA, os girl groups vão de mal a pior.

O single físico será lançado no dia 13 de maio, e não acho que vá fazer muito impacto, aliás nem sei como elas ainda conseguem tanta verba da gravadora para clipes, singles e cds.

Nem ouvi ainda o “A Joyful Noise” do Gossip e já tenho certeza que vai ser um dos 10 cds que eu mais vou ouvir esse ano. Fato consumado, só o primeiro single “Perfect World” já é suficiente para fazer essa afirmação.

Depois de um vídeo com temáticas de cruzes em “Heavy Cross”, Beth Ditto está de volta aos temas sacros no vídeo do na música produzida por Brian Higgins.

O vídeo, quase todo em sépia, acompanha Beth pela igreja abrindo seu coração enquanto canta, e a vibe “O Nome da Rosa” com muito suspense continua até que ela se liberta. O mundo ganha mais vida e a igreja é invadida por dançarinos contemporâneos, haha, bem na pegada do último clipe dela, de “I Wrote The Book“. Palavra de Salvação, glória à Beth!

Chatiadíssimo que ainda falta um bom tempo para ouvir esse cd completo.

Depois de alguns teasers, temos o primeiro clipe solo de Rita Ora, para a dubstep-ish “R.I.P.” e tirando as comparações que todos farão, até gostei do vídeo.

Primeiro vamos lá. Sim, os trejeitos dela lembram muito a Riri, o que fica mais evidente no clipe dirigido pelo Emil Nava. É como se a cantora de Barbados voltasse a fase Rated R mas com o visual grunge da era “Talk That Talk”. O próprio Drake disse que “R.I.P.” era pra ter sido para Rihanna, mas ela rejeitou. Uma pena, porque se eu já adoro a faixa na voz da Ritinha, na da Riri poderia ser melhor ainda.

O clipe não mostra muita coisa. Acompanhe 4 minutos de Ora ora pagando de revolts com várias toquinhas e looks meio-punk. Acho que acharam legal demais o fato de ter um carro enterrado no cenário e ficaram só nisso, rs.

A #DSNavy respondeu muito bem ao primeiro single do Bright Light Bright Light, “Disco Moment“, e agora o Robyn-homem volta com mais uma música emocional para descontar nas pistas.

“Waiting For The Feeling” é oficialmente o primeiro single de seu cd de estreia, “Make Me Believe In Hope“, quee para nossa alegriaaaa ganhou uma data: 04 de junho.

A faixa continua mostrando o tempero que fez com que eu me apaixonasse por suas músicas, é retrô, com um piano bem presente, bem anos 90, mas tem um toque de synthpop bem atual, eu aprovo. Eu comprei na Itunes Store assim que eu soube que já estava à venda, nem quis ouvir antes, rs. A letra como sempre: questionando o amor sob o brilho do globo de espelhos, hahah. Nossa, BLBL até inspira meu lado poético, rs.

O curioso vídeo foi dirigido por Allun Davies e misturando dois mundos bem diferentes, um mundo de looks sociais anos 70 com muitas estampas e laranja com marrom, aonde as pessoas praticam esportes vestidas assim e cobertas de glitter. A direção de fotografia é primorosa, com muitas cores quentes se rebatendo, amarelo com azul, verde com vermelho, roxo com azul….

O cd será lançado via The Blue Team/Aztec Records, a gravadora londrina de muitos artistas da cena dance alternativa que eu adoro como Lady Joker, que eu já falei aqui.

O single está à venda na Itunes Store brasileira. Comprei por pouco mais de 1 realzinho.

 

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