Como anunciado há algumas semanas, Lana Del Rey finalmente se apresentou na noite de ontem no disputado espaço do Saturday Night Live com o single “Video Games” e o b-side “Blue Jeans”. Aí você se pergunta: “mas por que não Born To Die?”. Porque sóóóó agoraaa “Video Games” está dando sinais de vida nas paradas americanas, então não seria uma boa misturar os dois singles agora.

Lana BB é a primeira artista em mais de uma década a se apresentar no palco do programa sem ter lançado um cd ainda, e ciente disso ela deu uma declaração pela oportunidade:

“I definitely think it’s an honor. … I don’t think they’ve ever had anyone [perform] who didn’t even have a record out, so I do appreciate it… [But I got it] because I’m a good musician. And I may not have a record out now, but I have been singing for a very long time, and I think that ['SNL' creator] Lorne [Michaels] knows that, and everyone over there knows that. It’s not a fluke decision.”

Talvez tivesse sido melhor esperar um pouco mais hein, porque a pressão da importância da apresentação pesou, e vocalmente foi uma das piores de suas performances. Em “Video Games” ela estava um pouco ríspida e desafinada, nem parecia cantora profissional, já em “Blue Jeans” ela se soltou mais, porém vocalmente também não impressionou.

Video Games

Blue Jeans

Essas apresentações que coloquei nesse post são bem melhores. Tem gente que acha que sou Lana Del Hater mas os meus comentários foram os mais leves. É só dar uma circulada por aí e ver que o pessoal está fuzilando-a.

Já na Billboard, aonde é a capa da semana, LNDLRY falou sobre um assunto recorrente, a transformação de Lizzy Grant em Lana Del Rey:

“My intention was never to transform into a different person. What other people think of me is none of my business. Sometimes, it hurts my feelings. But I have to just keep going. The good stuff is really good. Some of the other stuff is difficult, but I’ll be able to tour now, probably sing for a while. That’s nice for me.”

O que você faria para chamar a atenção quando não é a melhor revista do mundo? Bem, tente ser a MAIOR revista do mundo.

Foi exatamente isso que a Visionaire 61 fez, criando uma edição fisicamente gigantesca da revista, entrando oficialmente para o Guiness Book como a maior revista do mundo. Para chamar mais a atenção ainda, colocaram Lady Gaga na capa como a sereia Yuyu coberta em óleo. Provavelmente foi desse ensaio com Inez Van Lamsweerde e Vinoodh Matadin que tiraram a foto da capa do Born This Way Collection hein? Olha só o tamanho da revista:

Falando nessa coletânea, um dos cds será o “Born This Way: The Remix“, e mais uma faixa do disco foi divulgada, o remix do The Weeknd com o Illangelo para o próximo single “Marry The Night”, cujo clipe foi marcado para 19 de novembro. O The Weeknd está requisitadíssimo para transformar os singles pop nessas criações obscuras e pesadas. Estou adorando esse direcionamento dele de tirar toda a farofa e os confetes das músicas e dar vida nova a elas:


 

Além da carreira na música e de modelón, Gaga adicionou mais um título para seu currículo, de embaixadora da auto-estima. Gagaloo lançará com sua mãe Cynthia Germanotta a Born This Way Foundation, uma fundação que vai apoiar programas e iniciativas relacionadas ao bem-estar da juventude e à sua valorização. Legal da parte dela levar o conceito do cd além das letras das músicas para a vida fora dos palcos.

“Together we hope to establish a standard of bravery and kindness, as well as a community worldwide that protects and nurtures others in the face of bullying and abandonment”.

É legal ver que Germanotta sempre esteve ligada com questões sociais. Há alguns meses foi uma das maiores apoiadoras na luta contra a política do “Don’t Ask, Don’t Tell” no exército.

Agenda lotada hein?!

 

Nossa senhora, 11 de outubro já pode ser considerado o Rihanna Day, porque a cantora tirou o dia pra causar, seja na capa de seu sexto cd “Talk That Talk” ou na polêmica entrevista na Esquire.

Depois de várias missões no app #UNLOCKED no Facebook, RihRih liberou a capa das duas versões de seu novo cd marcado para 21 de novembro. Na edição Standard, uma foto colorida dela segurando a testa, fazendo cara de safadinha e o nome do disco “tatuado” no braço. Já a versão deluxe traz uma foto em preto e branco de Miss Fenty soltando fumaça pela boca.

Vou lhe falar que ela só pode ter feito isso de propósito hein? Porque é óbvio que a capa da deluxe vai dar polêmica lá nos EUA na ala conservadora, ainda mais que o público dela rejuvenesceu bastante na era LOUD, que foi bem pop e alegre.

Standard Edition

Deluxe Edition

E aí o que acharam? Gostei das fotos mas não estou amando a direção de arte dessa era. Acho essa tipografia bemmm fraca, e essa idéia de colocar no braço dela como se fosse tatuagem ficou deveras mal feito hein? Outra coisa que gostei foi que ela voltou com o “R” estilizado da era “Rated R”, que é muito foda! O clipe de “We Found Love” dirigido por Melina estreia ainda esse mês.

E tem mais, além do falatório que essas capas darão, ainda tem o ensaio na Esquire, com ela peladinha, rolando na terra, falando que deseja só o bem do Chris Brown e sendo eleita pela revista como a mulher mais sexy viva. Confira abaixo:

(mais…)

Na semana passada noticiei que Paul Epworth, produtor de todo o novo cd do Florence + The Machine, disse que todas as faixas já estavam prontas e agora só faltava a gravadora escolher a tracklist. Parece que a Island/Universal não teve muito trabalho porque hoje já divulgaram a data de lançamento oficial do disco: 7 de novembro no Reino Unido e algum dia ainda em novembro nos EUA.

Uau! Bem mais perto do que eu imaginava, achei que iria fazer igual a Adele e lançar lá pra janeiro. Com a data próxima podemos dizer que no fim de setembro já conheceremos o primeiro single oficial. Enquanto esse dia não chega Flô e a sua trupe divulgaram uma buzz track (esse não é o primeiro single), uma música já antiga que ela sempre canta em turnês mas não está no “Lungs“, a sombria e excelente “What The Water Gave Me” que ganhou até um vídeo pra gerar mais um buzz, bem naquele molde dela, com muito tecido voando, giro de mão, rodopio, etc.

A aura dark da música não é em vão, Florence Welsh disse que se inspirou em Frida Khalo para compor a música:

At lot of the time when I’m writing, things will just appear. I was writing the song and this book on symbolism was lying around, and it had the painting in it. It’s nice to mix the ordinary with extraordinary.

Também se inspirou na autora Virgina Wolf, que suicidou enchendo o bolso de pedras e pulando no rio, tanto que na música tem uma parte que fala “pocket full of stones“.  Bem curioso para saber como esse cd vai sair. A definição do Paul Epworth não ajuda muito:

“It’s a weird record that sounds live in ways and like a machine in others, with sensitivity and power from both the music and Flo’s voice,”

De acordo com a vocalista esse disco será mais coeso, pois o primeiro era uma mistura de coisas que ela tinha pra falar, sons que queria fazer e acabou sendo uma sopa de ritmos. Algumas coisas ela escreveu aos 17 anos e outras aos 21, e que no segundo álbum ainda sem nome a intenção é canalizar as energias para um rumo apenas

“With Lungs, I hit on the sound I wanted about halfway through making it. There were so many different influences, and the differences between a song like “Kiss With a Fist” and “Dog Days” are huge because I’d written one when I was 17 and one when I was 21. With this record, I’ve been able to expand on the idea that I was hitting on towards the end of making Lungs. It’s like taking everything from the first album that seemed quite separate and making them whole.”

Quem quiser saber mais é só ler essa entrevista enorme com a NME cheia de detalhes e revelações.

A fase nova ainda sem nome da banda promete hein? Mas eu gostaria que ela desse uma sacudida nas coisas, ao invés de um “Lungs pt.2″ trouxesse algo de diferente. Vamos acompanhar né? A capa da edição de outubro da Vogue japonesa com ela ficou incrível, o responsável foi ninguém menos do que Karl Lagerfeld. Deslumbrante essa coisa meio toureiro-andrógena-croupier-Tilda-Swanton-Cate-Blanchett. Flo na capa da revista é a primeira não-modelo a estampar essa publicação em mais de 5 anos.

 

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