Eu nunca vi um episódio do The X Factor USA e o American Idol eu não assisto há uns 3 anos, mas depois da deliciosa primeira temporada, com certeza estarei ligado no The Voice, que volta ao ar hoje na NBC!

2011 foi o ano dos reality shows de música. Após um tempo em baixa, o American Idol revigorou-se com a vinda de J-Lo e Tyler, apesar de que a nova temporada que estreou no começo de janeiro não teve os números esperados na audiência. O The X Factor foi o grande mico do ano, após Simon Cowell “hypar” o programa para alturas inacreditáveis, o show já começou mal antes de ir ao ar com o drama de Cheryl Cole contratada e demitida antes da estreia. Depois teve o drama da menina expulsa que cairam matando em cima da Nicole Scherzinger que acabou sendo demitida junto com o apresentador Steve Jones, e a cereja no topo do bolo foi a saída de Paula Abdul. Simon Cowell começou a falar bem da segunda temporada, dizendo que vai ser incrível e tal, mas né? WHO CARES?

E correndo por fora veio o The Voice, que inova no formato e foi só alegrias. A semana inteira os juízes deram as caras novamente para preparar os fãs para a segunda temporada que começa hoje, estrategicamente após o grande evento do Superbowl, a noite que terá a aguardada apresentação de Madonna e é o maior pico de audiência da TV Americana do ano. Sucesso entregue na bandeija!

Aguilera, Levine, Green e Shelton estampam a capa da RollingStone e falam do que podemos esperar para essa nova era. Além disso Xtina ainda disse que tem muito para falar em seu novo cd (ô e se tem!) e que podemos esperar a lot of crazy shit! UIA! Além da capa, aqui tem o making of da foto.

As fofocas de que haveriam brigas nos bastidores são frequentes, mas eu acredito que seja tudo intriga, porque como podemos ver nesse quadro com a Ellen DeGeneres, os quatro se dão muito bem. Eu acho que nunca ri tanto esse ano como nesse vídeo. Ellen e Xtina jogam Guesstures (ou Mímica como conhecemos no Brasil, hehe) contra Blake e Adam. O melhor é quando aparece a palavra “diva”. PS: Aguilera é um pigmeuzinho encrenqueiro né? haha.

E fechando com chave de ouro, antes da estreia hoje a noite, os telespectadores serão submetidos ao sensacional comercial do retorno do programa durante o Superbowl. Em “Vocal Combat” os juízes entram em êxtase após ouvir um canto divino e brigam um pouco pela voz secreta. O final consegue melhor ainda que toda a ação! <3<3<3

Quem está pronto para a segunda temporada?

Continuando a limpa do baú Don’t Skip, vamos falar de uma das artistas mais pedidas no twitter do blog e que vai saber porque nunca apareceu aqui: Kimbra.

Não que a Nova Zelândia seja um celeiro de artistas pop, porém o indiepop tem uma grande representante kiwi. A cantora tem um vozeirão jazz, mas uma pegada quirky-pop a la Alphabeat e até com semelhança à Björk em alguns momentos.

O primeiro grande sucesso de Kimbra foi (a melhor na minha opinião) “Settle Down” em 2010. Se você se pergunta aonde raios ela se pareceria com Björk, é só ouvir esse single e imaginar que a islandesa achou um b-side mais comercial no cd só com vocais “Medulla”. Não precisamos nem comentar como ela é fotogênica:

Com o hype de “Settle Down” Kimbra assinou com a Warner Bros. para lançar mundialmente seu cd “Vows” em setembro/2011. Os singles seguintos do disco foram a espaçosa e barulhenta “Cameo Lover” e a faixa noir que mais aproveita o seu vozeirão para o jazz “Good Intent” e se parece bastante com Caro Emerald.

Cameo Lover

Acho interessante que “Good Intent” é uma ruptura dessa imagem que ela vinha passando de que é quase um cartoon para se apresentar mais real, mais mulherão:

Esse até agora é o trabalho do cd solo de Kimbra, mas ela também tem ganhado muita visibilidade na colaboração com o belga Gotye e a VICIANTE “Somebody That I Used To Know“.

Agora é aguardar para ver se ela vai ter um grande empurrão da gravadora em 2012 para forçar um takeover pelo Reino Unido ou Estados Unidos. Legal a moça não é? Procure pelo “Vows” por aí, um excelente disco.

Apesar de ter uma pequena falha aqui ou ali, como a falta de uma verdadeira ação e clímax, eu acho que “Turn Me On” é um dos melhores se não o melhor vídeo já produzido da carreira de David Guetta, principalmente porque tem nossa querida Onika Maraj!

Poucos dias após a estreia oficial, o dj liberou em seu canal do VEVO um making of do clipe (com legendas em português!!!) no qual ele conversa com o produtor da faixa, o diretor Sanji e nos leva em um tour pelo Universal Studio aonde construiram todo o cenário do clipe.

É sempre chocante ver esse vídeos mega produzidos “durante o dia”, sem todos os efeitos e tratamentos, quem diria que aquela aldeia na penumbra seria tão cenário do Hopi Hari? Além disso ainda dá para ver a construção dos figurinos, dos efeitos e das bonecas de plástico.

Como é? O pessoal do rock ainda pode falar que gosta de Coldplay ou é considerado “trair o movimento” e tem que guardar só para si, tipo esconder que você ainda ouve Girlicious? A cada álbum parece que Chris Martin e Cia aperfeiçoam mais a arte de acertar na mosca o que as rádios querem tocar.

Depois de “Every Teardrop…” e “Paradise”, “Charlie Brown” tem tudo para estourar nas paradas, com seu gritinho fantasmagórico e refrão para cantar junto. O vídeo retrata bem essa fase paz, amor, grafite e arte que eles tem vivido. Xóvens atendendo o chamado da mãe-natureza chegando na balada neon com muito glow in the dark (tipo eu rabiscando os outros semana passada) e encontrando o amor em um lugar sem esperança, rs.

Eles não vieram para brincar em serviço com esse “Mylo Xyloto“, e olha que ainda tem “Princess of China”, que deve bombar loucamente. Estou curioso para ver a música ao vivo. Riri já confirmou que estará no palco com eles no BRIT Awards, e se não me engano no GRAMMY também né?

Sou muito fã do Adam Lambert, gosto do cd, dos singles, da atitude, do estilo, da voz, praticamente tudo, porém Adam, você não pode me aparecer e lançar o clipe do seu primeiro single no mesmo dia que metade da Billboard resolveu lançar e aparecer com esse resultado entediante e fraco de “Better Than I Know Myself”.

Não sei como erraram tanto a mão. O diretor é o Ray Kay, que só tem feito coisa legal nos últimos anos, de “Till The World Ends” a “Whip My Hair”, e a música é uma delícia, só que o clipe além de cafoninha é muito over. Já começa errado com esses filtros de Windows Movie Maker, depois ainda tem a batalha do Adam do bem contra o Adam do mal da forma mais clichê possível. Ah, o do bem tem que ser Zen, ter cara de coitado e meditar. O do mal é tão mal que borra a maquiagem, bebe e esmaga um coração com as mãos, nossaaa que malvadooo! Para finalizar ainda tem uma história terrível no final de que o zen fica sem ar. Fraquíssimo! Vou ver “Bad Girls” de novo, rs.

Como prêmio de consolação tem o showzinho que ele fez no Q Showcase, e temos vídeo de “Fever”, “Better Than I Know Myself” em uma versão acústica ótima, a inédita “Outlaws of Love” e um trecho de “Trespassing”, faixa-título do seu segundo cd:

Fever-Better Than I Know Myself / Outlaws of Love / Trespassing

Algumas notícias começaram a aparecer sobre o “Trespassing” (20/03). Primeiro a capa que vocês veem em destaque lá em cima, é meio Hipertensão da Globo mas é bemmmm melhor que a Astróloga Lambert de “For Your Entertainment”. Adam é produtor executivo e diretor criativo de toda essa nova fase, então é um disco 100% Diva Lambert. Só produtores fodas envolvidos: Pharrel, Benny Blanco, Claude Kelly e Dr. Luke.

O Popjustice e o EQ Music Blog já ouviram o cd e dizem que não é nada baladinha como o primeiro single sugere, que mistura rock, pop, dubstep e dance, os vocais de Adam estão incríveis e finalizam dizendo que a melhor música do cd todo é uma tal de “Cuckoo”, que seria algo entre Justice e Daft Punk. Huuummm…. Curiosos? O que acham de BTIKM?

PS: Há conversas por aí que dizem que o Queen fará uma turnê de verão com Adam nos vocais! Se isso for verdade vai levar a carreira dele para outro nível. Obviamente nunca vai substituir Freddie Mercury, mas é o convite dos sonhos de 90% dos cantores, ainda mais para quem saiu do American Idol.

Mais de 2 anos se passaram desde o lançamento do cd de estreia de Alexandra Burke, “Overcome”. Para mim o disco foi um dos melhores de estreia de participantes do The X Factor, e ouço bastante até hoje. Alex está pronta para tentar se firmar no mercado com o segundo cd, e hoje lançou o clipe de “Elephant”, o primeiro single do novo disco.

Assim como todas as artistas pop tem feito. A-BURK também atrelou seu nome a um dj/produtor naquele esquema “me dá visibilidade que eu lhe dou um hit”, e o rent-a-dj escolhido foi Erick Morillo.

O clipe mostra um lado que não conhecíamos dela, bem mais femme fatale, crescida e cheia de atitude. O look é de bobar. GURL IS ON FYRAH! Sexy, sexy, sexy. Quanto aos acontecimentos do vídeo, tirando a sequência de dança enérgica do fim o resto é um monte de takes rápidos da cantora. Fierce, mas sem muita novidade, rs.

O tema da música de “elefante na sala” ninguém entendeu, a não ser que o elefante seja o namorado ter chegado e flagrado ela dançando em um galpão de maiô cavado com as amigas. Porque foi isso que o vídeo deu a entender, rs.

Quanta gente lançando clipe nessa sexta hein? Tenho mais 4 para falar ainda, só de hoje, rs.

 

Facebook

 

Twitter