Depois de todos os singles de Panicat Pop que o David Guetta lançou do cd “Nothing But The Beat” (vulgo “Little Bad Girl” e “Without You”), o dj francês finalmente resolveu investir na música que é boa no disco. Não só um destaque do cd, mas um destaque do ano, “Titanium” praticamente fecha o ano da música eletrônica, porque é difícil algo de melhor surgir agora.
Por mais que eu AME “Titanium” eu tenho lá minhas dúvidas se conseguirá ser um sucesso exorbitante como os outros dois singles anteriores. A voz de Sia é única e sensacional, mas não é de grande conhecimento do público geral, e parece que sabendo disso Guetta também se permitiu sair um pouco da zona de conforto para o videoclipe e experimentar mais. Nada de festa na praia, de gente sendo contagiada pelo ritmo Ragatanga ou de câmera lenta na buati. A história começa com um menino (o de Super 8 aliás) acordando atordoado na escola. Daí pra frente o enredo vai se desenrolando e a gente descobre o que aconteceu, não vou comentar para não perder a graça, rs.
Os remixes também estão saindo por todo lado, mas “Titanium” é tão boa que nenhum remix que eu ouvi foi assim tão superior à original. A música é o quarto single internacional enquanto “Turn Me On” com Nicki Minaj será single em outros lugares.
Depois do sucesso de “Like a G6″ e “Bass Down Low”, Dev estava preparada para lançar seu cd de estreia “The Night The Sun Came Up” dia 20 de setembro, impulsionado pelo carro chefe do disco “In The Dark”, single certificado ouro nos EUA com quase 34 milhões de views no Youtube, porém ela ficou grávida e tudo foi adiado, agora ela se prepara para tentar de novo em 2012.
Eu fiquei um pouco perdido depois do primeiro cancelamento do cd, primeiro porque o disco não deixou de vazar e já está até velho, segundo porque já vi a data de 10 de janeiro e 27 de março para a comercialização oficial. Pensando que a pequena Emilia nasceu dia 9 de dezembro (parabéns Dev!) suponho que a segunda data seja a verdadeira.
Como todo cd que vai ser lançado 6 meses depois de vazar, obviamente Dev voltou para estúdio e gravou mais músicas, e uma delas é o novo single “Naked”. A faixa produzida pelo The Cataracs, colaboradores de longa data, ainda ganha o reforço de Enrique Iglesias, um grande plus no single, visto que Enrique se tornou uma espécie de Príncipe das Pistas depois de uma sequências de músicas bem sucedidas nas boates.
“Naked” continua exatamente aonde “In the Dark” parou, é muito dançante, tem potencial para virar um smash hit das pistas e cara de música de Panicat. Aliás acabei de coroar Dev como a rainha do Panicat Pop, um gênero em ascenção derivado da onda dance que tem entre seus nomes mais famosos “Mr. Saxobeat” e “We No Speak Americano“, rs.
Pode confessar que você gostou vai:
“Naked” foi lançada hoje e vai ser acompanhado de um pacotão de remixes que vão explodir em 2012! Acho bem capaz de fazer sucesso no nível de “Give Me Everything” do Pitbull. Olha esse Joe Maz Remix que quebradeira :S
Parece que Mary J Blige não consegue acertar com esse novo cd “My Life II: The Journey Continues (Act I)“. Depois do fraco desempenho do single “25/8″, ela volta para as raízes R&B/Soul com “Mr. Wrong”, mas no vídeo oficial não tem o Mr. Wrong… nem o Mr. Nice Guy.
Só tem um acerto em “Mr. Wrong”: a música em si, que é muito boa, #classicmary, o resto é uma sequência de erros, a começar pelo vídeo assim. Gente, eu achei que nada consegueria ser mais improvisado e tosco que o clipe de “Give It Up to Me” da Shakira, mas Mary foi lá e superou com um chroma key safado muito cafona. O que são essas cores e luzes falsas? E o fundo de telão? Me abstenho de comentar da caixinha de música do começo, rs. Coreografia também não é o seu forte.
Outra coisa que qualquer fã vai notar é que cortaram não só a participação do Drake do clipe como também cortaram seu verso! Como assim, se tem uma pessoa que poderia ajudá-la agora é o Mr. Nice Guy. Pelo cenário do clipe eu acho que houve conflito de agendas para a gravação (traduzindo: faltou $$$$$ para o cachê dele, haha).
Se você conseguir irrelevar esses pontos vai curtir bastante. Dos males o menor, quando Mary vai pro lado ghetto glam é incomparável! O que são esses penteados? Servindo Diva Royalness em uma bandeja de prata encrustada de esmeraldas.
Uma pena, porque o cd é tão bom! Estou amandooo, desde o cover de “Ain’t Nobody”, à música com seu alter ego Brook Lynn “Midnight Drive”. Outro grande destaque e que talvez possa ser um single pra salvar essa bagunça, é a faixa “Need Someone”, na qual vemos pela primeira vez Mary flertando com a country music. Ela apresentou a música no The X Factor USA ó:
Serviu como uma luva no episódio, principalmente por ter sido o episódio com a polêmica eliminação da Rachel Crow.
Provavelmente será o novo single (se existir próximo), pois ela anda cantando-o por aí. Aqui tem a performance no Tribute To The Troops. E para os saudosistas teve até “Family Affair”.
Uau, quando Nicki Minaj anunciou em “Roman In Moscow” que Roman Zolanski estaria solto nessa nova fase eu não achei que ela fosse levar isso tão a sério.
Foi divulgado hoje “Stupid Hoe”, o primeiro single oficial de seu segundo cd “Pink Friday: Roman Reloaded“, e a música não é nada do que eu esperava mas no bom sentido. :O Bitch ain’t playingggggg!
Agora que Nicki Minaj já ficou conhecida no mundo inteiro fazendo um híbrido de Rap com Pop, ela volta às raízes e libera a rapper afiada e maluca do começo de sua carreira e só para não perder o costume com algumas farpas direcionadas a Li’l Kim, haha:
“I’m Angelina, you Jennifer/ C’mon bitch, you see where Brad at,” e continua “Ay yo Baby Bop, fuck you and your EP/ Who’s gassing this hoe, BP?”
Roman Zolanski que se declara a “female Weezy” não guarda mágoas e vai vir com tudo dia 14 de fevereiro:
Acredito que ela recupere o crédito na comunidade rap que ela deixou um pouco de lado pra se focar no mainstream, mas estou bem curioso para ver como as rádios vão digerir faixas como “Roman in Moscow” e “Stupid Hoe”. Um vídeo para as duas faixas já foi gravado e deve ser lançado no fim de 2011 ou começo de 2012.
Rihanna vem chamando a atenção nos últimos meses pela seu nível de trabalho elevado e por não querer saber de descansar. Após uma longa e bem trabalhada campanha com “Loud“, a cantora não quis intervalo e antes de terminar a Loud Tour já estamos no segundo single do próximo cd que já foi lançado e já tem um single há 7 semanas no #1 da Billboard.
Os fãs tem se perguntado se não seria a hora dela descansar por alguns meses pelo menos, antes de embarcar em outro ciclo promocional. Não para descansar a imagem, mas recuperar seu corpo e sua saúde. A parte européia da turnê sofreu alguns cancelamentos por ela estar no hospital, e o alerta mais recente foi durante o show de domingo no Pavilhão Atlântico em Portugal, no qual ela saiu antes do final de “What’s My Name” para vomitar, mas voltou logo em seguida para “Rude Boy”. O fato foi registrado por fãs e dá para ver ela deixando o palco lá pelo 1:40 (ela não vomitou na frente do público):
Riri confirma no twitter: “yep! i ran off stage to throw up, halfway thru Whats My Name…made it back juuuust in time for RudeBoy.”
Apesar do imprevisto, ela foi bem profissional e ficou ali segurando a onda até a hora que dava para sair sem ficar tãooo estranho o palco tocando música sem ela. Além das observações sobre os problemas de saúde constantes, estão reportando a queda no nível de sua performance. Riri já não é a rainha da presença de palco, e quando não está bem fica mais evidente ainda o corpo mole.
Don’t Call Me Rihanna, Call Me Juca!
Independente se ela vai descansar ou não, “We Found Love” não dá trégua e completa 7 semanas no topo do hot 100 da Billboard, empatando com Adele em “semanas no #1 com um mesmo single” e com ela mesma, que já tinha atingido 7 semanas com “Umbrella” e “Love The Way You Lie”. Se ela conseguir mais um #1 essa semana, quebrará um recorde pessoal e fechará o ano aos 45 do segundo tempo como o single que maior tempo ficou em #1 de 2011.
Na contagem geral entanto Adele está disparada na dianteira com 12 semanas no #1 em 2011 (7 de “Rolling…” e 5 de “Someone Like You”). Katy Perry tem controversas 9 semanas (2 de “Firework”, 5 de “E.T.” e 2 e “Last Friday Night”), Rihanna tem 8 (as já citadas + uma de “S&M”) e LMFAO e Lady Gaga com 6 (“Party Rock Anthem” e “Born This Way”) fechando a lista de quem chegou ao topo em 2011.
E encerrando o post, a imagem divulgada do clipe de “You Da One”. Ô boca que é praticamente uma Caixa de Pandora viu? É vômito, palavrão, fumaça…
Damos uma breve pausa na programação normal do Don’t Skip para falar do rock feito pela Banda República.
Formada pelos publicitários brasileiros Luiz Fernando Vieira, Jorge Marinhas, Marco Vieira e Guto Marinho, as influências dos brasileiros vem do rock mundial, e dos ícones que vocês já podem imaginar: Metallica, Led Zeppelin, Deep Purple, AC/DC, Black Sabbath, etc. Da ala nacional, os caras tem pitadas de Ira!, Paralamas do Sucesso, Titãs e Ultraje à Rigor. Pela mistura dá pra ver que fazem rock de várias vertentes, ou como eles mesmos gostam de definir: “hard rock contemporâneo com um pouquinho de grunge”.
A diversão é trabalho sério pra banda que não so toca como também produz sua própria música, mostrando que a intenção é séria. Do segundo cd com o excelente nome de “There´s No Fucking Electronic Modern Loop“, veio o clipe de “We Don’t Need a 303“, rock cru e direto cujo vídeo já soma quase 200 mil vizualizações no Youtube!
A banda já se apresentou nos grandes festivais dos país, do grandioso Festival de Verão de Salvador ao hypado Planeta Terra, mas alguns shows são marcantes na carreira da República. Por exemplo, ser a atração de abertura do show do Deep Purple no Brasil e assim dividir o palco não só com influenciadores de seu trabalho mas com ícones da história do rock mundial. No link abaixo confiram eles cantando na abertura do show dos ingleses um cover da famosa “Killing In The Name”, o primeiro e um dos mais famosos singles do Rage Against The Machine. Na sequência tem mais vídeos na playlist.
“There’s No Fucking Electronic Modern Loop” levou um bom tempo para ser terminado. Foi sendo feito com cuidado, amadurecendo e depois de 5 anos ficou pronto, com todas as 14 faixas produzidas pelos integrantes Luiz Fernando Vieira e Jorge Marinhas.
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