Vocês estão gostando desse break que a Lady Gaga está nos dando? Eu estou adorando os poucos meses de descanso que a cantora tem dado depois de promover em 2011 o “Born This Way” como eu nunca vi alguém promover um disco. Porém essa semana a Mother Monster volta a ser notícia com os primeiros detalhes da nova turnê, ainda sem nome.
Resumindo o comunicado da Germanotta: o palco, como vocês podem ver na foto, tem uma área central chamada “The Monster Pit“. Para entrar nessa área não tem ingresso mais caro, as mais montadas e as que chegaram primeiro, que dormem noites na porta, terão acesso, e pelo rascunho parece que vai ser um showzaço, com muito drama e pompa, do jeito que ela gosta:
“To give you a bit of insight on the design of my new tour, the central area within the stage will be known as ‘The Monster Pit. The Monster Pit’ is General Admission only, and Little Monsters unlock it when they arrive to the arena or stadium. Entry to ‘The Monster Pit’ is relegated to the fans who have arrived first, waited all night, + dressed to ‘Ball.’ Every night Haus of GaGa will choose fans from The Monster Pit to come back stage + meet me! These tickets are NOT more expensive.”
Mesmo com um novo cd marcado para esse ano, esperem essa nova disgressão da cantora dure uns 3 anos e meio pelo menos, porque Gaga disse que quer bater o recorde de mais shows de uma única turnê, quer chegar a 450 datas! Vai bater a The Farewell Tour da Cher hahahaha. Para vocês terem uma idéia, uma turnê regular de cantora pop pode variar entre 70 a 130-140 shows. A Femme FataleTour teve por volta de 80 e a I Am…Tour em torno de 110. 450 é muita coisa.
O #GagaCampRJ já está se preparando? Porque eu tive informações de pessoas que trabalham em uma produtora grande aqui do Brasil que me confirmou que tanto a turnê de Gaga, quanto a da Madonna, estão confirmadas para o Brasil. Dizem que em 2012, mas eu acredito que só venham mesmo em 2013, Madonna até divulgou suas datas ontem e atéééé novembro ela já está bookada sem sinal de Brasil.
Gaga cantará no GRAMMY domingo, e dizem que há a possibilidade de lançarem “Heavy Metal Lover” como single, mas acho que é só rumor, depois do fraco desempenho de “Marry The Night”, o primeiro flop de verdade da carreira dela.
Algumas semanas atrás Amber Rose JUROU que a gente ia acreditar que por trás da estampa de piriguete dela havia uma mulher sensível no terrível single “Fame”. Ambz cantava (ou tentava) sobre como a vida dela é mais do que vemos no TMZ ou na Ok Magazine. Se você é uma sub-celebridade, lance o single de uma, não vem pagar de Beyoncé quando você é Nene Leaks, ou Snooki, rs.
Obviamente ninguém engoliu “Fame”, acho que nem ela mesmo, que resolveu assumir que é biscate mesmo e lançou o novo single “Loaded”. Amber se vangloria pelo fato de não precisar de nada, que consegue o que quer a hora que quer, soltando aleatoriamente Lamborguinis, Givenchy, Saint Tropez, iates, aviões e qualquer outro luxo que ela conseguiu inserir em sua vida primeiro namorando o Kanye West e depois o Wiz Khalifa.
A produção é fantasticamente trash, ou seja, sensacional. Provavelmente quem produziu isso está bem antenado ao sucesso do LMFAO, porque a base é praticamente a de “Party Rock Anthem” e no refrão, ao invés de gritar “I’m sexy and I know it”, Amber Rose dispara: “please, I’m loaded”. Tem até um pouco do sing-talk da Tre$ha. Já estou odiando amá-la! Agora sim Amber, rs.
14 anos desde o primeiro dueto juntas, Brandy & Monica voltam a dividir a mesma faixa no single “It All Belongs to Me”. Lançado nessa segunda como terceiro single do cd “New Life” de Monica (10/04), a faixa também estará no novo cd de Brandy, ainda sem data, e o primeiro sob a tutoria da RCA.
Eu nem ouvi ainda e já sei de uma coisa, não é “The Boy Is Mine”. É impossível que seja melhor. “The Boy Is Mine”, ficou no #1 por 13 semanas em 98, foi a mais vendida e de maior sucesso do ano, garantiu o primeiro GRAMMY para cada uma das duas, fechou o século como a oitava música de maior sucesso nos anos 90 e é a música que eu mais gosto na vida. Só para vocês mais novos terem uma idéia, elas lançaram “It All Belongs To Me” e “The Boy Is Mine” virou TT no Twitter, rs.
Introduzindo isso, ouvi “It All Belongs To Me” e fiquei super feliz, porque apesar de ter uma pegada completamente diferente, é igualmente viciante após algumas repetições. Ao invés de brigarem pelo boy como em 98, dessa vez as duas se juntam para dar um chega para lá no gigolô aproveitador esbravejando: “Isso aqui tudooooo é meuuuu” ou apelando para as demografias mais jovens: “that macbook belongs to me, so log off your Facebookkkk!” .
Se no primeiro dueto Darkchild criou uma base acelerada e enlouquecedora, dessa vez Rico Love, um dos maiores produtores de R&B dessa geração, escolheu uma linha bem mais melódica com guitarras e pianos. Vocalmente as duas continuam impecáveis, como era de se esperar.
Olha, enquanto terminava de escrever o post ouvi mais umas 7 vezes, e já estou oficialmente vidrado, haha. Infelizmente em uma época aonde o R&B não poderia estar mais em baixa, perdendo mercado massivamente para a dance music, eu acredito que “It All Belongs To Me” vá alcançar posições medianas no hot 100, mas seria lindo ver o R&B de volta no topo com Brandy & Monica.
No Hot 100 R&B pode ser que se dê melhor, “Motivation” conseguiu várias semanas no #1, o que ajudou bastante no hot 100. Agora é torcer por Monandy.
A relação de Madonna com o LMFAO vai além da rainha cantando empoleirada no Redfoo e depois fazendo o shufflin’ com eles no Superbowl. 1 dia depois da grande apresentação, divulgaram o remix oficial do single “Give Me All Your Luvin’” com participação de Nicki Minaj e os party rockers (nada de M.I.A.).
A música é a primeira bonus track da edição deluxe do “MDNA”. Apesar do single continuar a mesma frivolidade remixada, confesso que acho que prefiro essa versão hein? a progressão da faixa ficou legal, sem contar que ficou bem mais dançante.
Obviamente, como é o remix do LMFAO, os dois ganharam um bom espaço. Madonna é uma party rocker!
No ano passado o Arcade Fire surpreendeu no GRAMMY ao ganhar o prêmio de álbum do ano, e explodiu a cabeça dos americanos que se perguntaram “quem é Arcade Fire“?
Em 2012 a cena pode se repetir caso Skrillex ou Bon Iver ganhem prêmios bem importantes, colocando o lamestream em frenesi de novo. Para o acontecimento não se repetir, o Bon Iver (que é o nome da banda, não do vocalista viu?) se apresentou em um dos maiores canais de massa dos EUA, o Saturday Night Live.
Justin Vermont e Cia cantaram a deliciosa “Holocene” e logo em seguida voltaram para a minha preferida do cd, “Beth/Rest”.
Holocene
Beth/Rest
Quando sairam as indicações para o GRAMMY,o vocalista, Justin Vernon, disse que não ligava a mínima para o prêmio. Vamos acompanhar no dia do evento para saber se ele vai honrar as palavras caso vença ou se era só complexo indie mesmo!
Independente do resultado, esse blog é completamente #teamvernon <3, if you know what I mean!
Após 3 meses de antecipação, 500 pessoas tiveram 7.5 minutos para montar o palco da tão aguardada performance de retorno da Madonna durante o intervalo do Superbowl XLVI, evento no qual calcula-se que 100 milhões de pessoas no mundo estavam assistindo. Eu nem sou muito fã dela, mas acredito que apresentação melhor, só em 2013.
Sem possibilidade de passagem de som (pelo tempo corrido) Madge mostrou em 12 minutos porque ainda é a Rainha do Pop e deve morrer como tal. Aí você se pergunta: “e daí que não teve passagem de som? Foi playback mesmo“. Concordo, mas há uma diferença em quem faz playback porque vai plantar bananeira, rolar, pular, dar estrela, fazer piruetas, correr para lá e para cá, montando um show digno de se assistir e quem faz playback para mexer só os braços e o cabelo e chamar de performance.
A apresentação teve ainda a participação de LMFAO, Cee Lo Green, Nicki Minaj e M.I.A., mas não vou comentar nada antes do vídeo para não estragar a surpresa de quem não viu ainda.
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