Anjulie é mais uma das injustiçadas do pop, e depois do sensacionalllllll e irresistível single “Stand Behind The Music“, a canadense volta com mais um single a ser lançado nos Estados Unidos.
Forte, pulsante e dançante, “Stand…” é com certeza uma das músicas que eu mais ouvi esse ano, uma grande pena que não fez muito barulho nas paradas, merecia muito mais do que muitos singles que andam bombando por aí.
Dessa vez Anjulie aparece com uma música bem menos agressiva, a pop “White Lights”. Ao invés de um batalhão marchando atrás da cantora, agora ela dança em uma coregrafia inspirada nos anos 80 enquanto diz estar em procura daquele lugar aonde a luz vai: “I’m twisting, I’m turning, I’m tilting, I want to go where the white lights go.”
A faixa começa melódica e sussurrada desenbocando em um refrão sensual. Estou curioso para ouvir esse cd inteiro!
Está nos planos de Anjulie lançar ainda esse ano seu segundo cd pela Universal nos EUA, se isso vai acontecer não sabemos ainda.
O maior sucesso de Anjulie nos últimos meses foi mesmo a dance “Brand New Bitch”, que além de ter chegado a platina no Canadá e #1 nos Dance Charts, também foi indicada a um Juno Awards na categoria Single Dance do Ano!
Há algumas semanas comentei por aqui sobre como o “MDNA” da Madonna despencou das paradas americanas, mesmo continuando a vender bem pelo mundo. A situação de cds não melhorou, porém a de ingressos para a turnê, é só alegria!
O novo cd da Madge conseguiu cair 28% essa semana e vai cair para o #29 no hot 200 da Billboard, tirando das prateleiras (digitais e reais) apenas 13.765 cópias. Uma quantidade ínfima para alguém do porte dela mas que não me surpreende pelo fato de que ela não promove mais os cds.
E lembra quando disse na minha resenha sobre o disco que ela não se preocupa mais com as vendas estáveis do álbum pelo fato de que ela tem as turnês para se focar? Não deu outra. É o que eu falo minha gente, essa mulher tá nem aí para quantos discos vende, o negócio é engordar o porquinho em cima dos palcos pelo mundo todo. Rumores dizem que a “MDNA Tour” já arrecadou mais de 250 MILHÕES DE DÓLARES. Ah, e tem um detalhe, em vendas antecipadas, ou seja, a turnê nem começou, ninguém sabe o que vai acontecer e já vendeu isso tudo. Imagina quanto não vai fazer até dezembro? Por aqui a gente continua naquela batalha pelo suado ingresso, mas se você acha que só no Brasil está custando uma fortuna, saiba que lá fora também não está nada barato.
De acordo com o Perez Hilton, novas datas vão ser adicionadas à turnê, provavelmente na Austrália e América do Sul. Eu acredito que no Brasil tenhamos pelo menos mais uma data em São Paulo. No fim é aquilo: mesmo custando uma fortuna, você sabe que vai ser um showzaço!
Hey, hey, hey, heeee-ey, as guey go wild, as guey go wild!!!
PS: Vai ser interessante acompanhar a bitch-fight das estradas, uma vez que Gaga e Madonna entram em turnê na mesma época. Qual será a mais rentável hein? Os show da Germanotta se esgotaram em segundos no Reino Unido! Independente de quem vende mais, o fato é que esse ano temos dois showzaços para conferir!
Se você ficou viciadíssimo como eu em “Call Me Maybe” da Carly Rae Jepsen, saiba que agora além de ouvir a música no supermercado, trabalho, trânsito, banho, metrô, rua, aeroporto, academia, churrasco, piscina, parque e chuva, chegou a hora de ouví-la nas pistas também.
A música também tem uns remixes incríveis imperdíveis para qualquer novo carlete! Andei fuçando por aí e encontrei essas duas versões boas:
Primeiro tem o remix com o Madeon, o mais tranquilo, com um saxofone misturado com sintetizador, inusitado e curioso. É a versão mais “lounge”:
Call Me Maybe (DJ BMILK For You Bootleg)
Agora se você está em busca de algo mais nervosão, um house progressivo, o Rize Remix vai ser a sua opção. Para baixar a música na faixa é só dar like na página do Rize!
Depois de muita espera, finalmente o primeiro single do novo cd de Brandy está aqui, prepare-se para “Put It Down”! O single estava marcado para ter estreado na época do GRAMMY, e a primeira performance seria na Clive Davis Pre-GRAMMY Party, mas como Whitney faleceu na noite, e elas eram muito amigas, os planos foram cancelados.
Quando eu li que o sngle tinha sido produzido por Bangladesh… GURLLLL… nem precisei ouvir para começar a procurar um jeito de ter essa música ASAP no meu ipod.
Sean Garrett foi o compositor e definiu o single como bastante comercial, mas com uma influência hip-hop muito forte: “It’s very commercial, but at the same time, it’s got a dope hip-hop influence—it’s club, it’s radio, it’s all formats.”
Sean não estava errado, a música já começa com um sample confuso, mas sob repetição você vai ficar repetindo esse “Imma put it down, you gonna fall in love” por uma semana. Quando o batidão entra, só posso saudar BANGLA por mais um BANGER. Como em “A Milli”, “Diva” ou “6 Foot 7 Foot”, a produção é minimalista para deixar que cada batida ecoe. É esse som das ruas mas que tem apelo comercial que eu senti falta no cd da Minaj, só encontrei em “Beez In The Trap” e “Roman Reloaded”.
Chris Brown aparece fazendo um fast-rap a la Busta Rhymes para dar aquela ajudada nas vendas, porque não está fácil para ninguém hoje em dia, e Brandy certamente vai precisar de toda ajuda que puder ter:
Brandy disse que estava vindo com algo bem diferente, mas não esperava que fosse tãooo diferente assim! Aprovado!
O sexto cd da lenda do R&B chegará em junho. “Two Eleven” só tem nomes de confiança envolvidos: Frank Ocean, Sean Garret, Drake, Rico Love e Noah ’40′ Shebib.
Adoro o finalzinho, quando a gente acha que a música já acabou, mas ainda não acabou. Com esse single e “Big Hoops (Bigger The Better)” nas rádios, com certeza eu serei uma pessoa mais feliz, rs.