Ufa! Finalmente consegui falar da bendita “Judas” da Lady GaGa aqui no blog. Tive um dia louco e só agora consegui parar para escrever sobre a música. Foi até bom porque outras novidades apareceram no caminho.
Primeiro a músca: “Judas”. Após alguns pedaços começarem a vazar a gravadora sacou que era questão de tempo até vazar tudo (ou simplesmente era jogada de marketing deles desde o começo) e resolveram lançar o single 4 dias antes do esperado, de 19 de abril para ontem 15 de abril. A cantora se juntou maissss uma vez com RedOne que já fez tantos hits para ela para fazer mais um. Em poucas horas #1 na Itunes Store. Sobre o single há as partes boas e as ruins. O que vocês querem primeiro? Vamos com a boa. Melhor que “Born This Way”, não sei se vocês acharam também, mas achei bem mais catchy e energética, esse 90′s dance com vertentes mais atuais de electro e algumas infusões da modinha dubstep mais pro final. Muito enérgica, não tem essa de curtir de levinho na pixta, club banger pra se acabar.
A parte ruim: é a mesma música que Lady GaGa vem fazendo há dois anos. GaGa fala da sua arte, das suas inspirações malucas, de sua paixão pela música, mas no fim do dia ela sabe que ela é uma popstar e que é importante ter sua música tocando em todas as rádios possíveis, então é dance de fácil digestão que ela tem feito nos últimos singles todos.
Primeiro a estrutura da música que não muda NUNCA. A mesma forma clássica sempre estrofe / refrão / estrofe / refrão / middle 8 / refrão / refrão. E todos com a mesma quantidade de versos. Outra coisa é essa amizade com o RedOne que só rende hits mas eu gostaria de vê-la variando um pouco de parceiros. Sem contar que se você quiser ouvir o que RedOne fez nesse novo disco dela é só pegar o “Killer Love” da Nicole Hitzinger, está tudo lá. “Judas” tem MUITO de “Poison”, “Killer Love” e “Club Banger Nation”, só que mais acelerado. Também estou achando meio pertubador como ela anda tão diversificada visualmente indo de extremos a extremos sempre inspiradores mas chega na hora de ouví-la é a fórmula mais zona de conforto do mundo. Não é é o judasssss distorcidinho no meio da música que vai deixá-la atraente. Sem contar que ela lançou a pouco tempo o Ale-alejandro, Ale-alejandro e agora é Juudaassss Judasssss. ¬¬ Pelo menos a mim ela não tem conseguido impressionar mais, e isso tem sido um pouco decepcionante no conjunto da obra, de como sua música não tem acompanhado a diversificação de seu visual. A última vez que ouvi alguma coisa dela que eu pensei “nossa só a Lady GaGa pra fazer isso” foi com “Teeth”.
E tem essa capa né, que ela disse no GaGavision #42 que fez no Word hahaha e tirou uma foto com o celular para a textura. GaGa, deixe a Haus of GaGa continuar tomando conta de suas artes, rs.

Lady GaGa – Judas: “o o o o o owwww judasss”
Nicole Scherzinger – Killer Love: “a a a a a aaawww killer loooveee”
Nicole Scherzinger – Club Banger Nation “la la la la la la club banger nationnnn”
Agora outra novidade é a capa do cd que ela twittou, ACREDITE OU NÃO é ISSO:

Hahahahah, posso falar? Não sei se curti ou odiei. Por um lado é a coisa mais pavorosa que vi nos últimos tempos, por outro lado é tão diferente do que todo mundo tem feito, toscamente divertida essa fonte de Wordart com essa moto-GaGa de Toscoshop, kitsch ao extremo com muito tempero de trash metal, hair metal e glam rock. E é disso que eu estou falando, você vê essa capa transbordando atitude e personalidade e aí vai ouvir as músicas e bleh. É, curti, mesmo bizarra.








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