O primeiro filme da Christina Aguilera nem estreou ainda e eu não aguento mais ouvir falar de Burlesque. De cada 5 palavras relacionadas à ela 391 são Burlesque. E como promoção pouca é bobagem, coincidentemente (seriously?) 9 dias antes do filme estrear a cantora ganhou a sua estrela na Calçada da Fama. Sem sombra de dúvidas por merecimento, pois mesmo com o flop de “Bionic” ela já vendeu mais de 30 milhões de cds pelo mundo, ganhou 5 grammys, teve 3 cds no top 5 da Billboard, quatro #1′s no hot 100 e foi a única cantora abaixo dos 30 anos de idade a entrar na lista da Billboard dos 100 maiores cantores de todos os tempos, mas também é certeza que esse reconhecimento chegando agora foi um grande lobby entre executivos para promover mais ainda o longa metragem. O que importa é que ganhou né?
Veja abaixo o momento em que ela ganha a condecoração, sendo introduzida primeiro com a leitura ao vivo do release de Burlesque e depois uma retrospectiva de sua carreira que inclui até o “My Kind of Christmas“:
(link)
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O primeiro single do filme será a burlesca “Express” que é interessantezinha mas totalmente datada, não acho que tenha potencial mainstream, mas é bacana.
Para quem quiser o single ó:
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Agora se você quiser conferir a trilha sonora toda do Burlesque, tem Aqui. Só curti as 2 faixas que são da Cher, rs, porque o resto é “Back To Basics 2″ e eu não escondo para ninguém que eu não gosto nem um pouco do “Back to Basics”, e antes que venham me metralhar já aviso, não é uma profecia ou uma verdade absoluta, EU não gosto, mas se você curte vai nadar de braçada nessa trilha sonora. Prefiro ouvir o “Byeonic”.
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E falando nele, a era biônica está oficialmente morta. Durante uma entrevista para a revista InStyle, ao passar pelo closet da Xtina ela pegou alguns looks e disse: “This is sort of left over from the Bionic phase,” e já soltou “Now I’m actually in the studio recording the next album which has a different vibe, so this is already old news”, ou seja o cd infelizmente já se foi.
O lado bom é que ela anunciou que o próximo será inspirado no disco que a colocou no mapa mundi “Stripped“: ”I think now we’re back to going a little deeper, in the vein where I recorded my Stripped record, which was very personal and more introspective.”
O “Stripped” foi o álbum que girou em torno de seus hormônios transformando-a de menina para mulher e os problemas de sua vida, foi bem pessoal e autoral. Lidando com a mídia negativa, um cd disastroso, um divórcio, acusada de infidelidade, de ser lésbica, de ser bitch, de copiar a novata Lady GaGa e muito mais, o que não faltará é assunto para um novo cd profundo e pessoal.
Seriously? Don’t count me out! I’ll BE BACK!











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