Björk e o compositor Ennio Morricone foram homenageados ontem no Polar Music Prize, uma premiação criada em 1989 por Stig Anderson, um musicista do ABBA, para celebrar músicos, compositores, produtores, grupos e organizações que se destacam na indústria. Entre os que já ganharam o prêmio tem de Quincy Jones a Led Zeppelin.

Björk estava presente lá no evento em Estocolmo quando foi homenageada pela subestimada Robyn com um cover de “Hyperballad“, um dos singles mais conhecidos da islandesa proveniente do cd “Post”.

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Por mais que eu goste de Robyn, eu achei a performance bem fraca, apesar do incrível arranjo, a loira não consegue atingir níveis vocais necessários para fazer jus à música original e à toda infraestrutura da apresentação. Foi um cover bonitinho, e só isso.

Não é qualquer um que canta Björk, sua música é muitooo autoral e feita e produzida exatamente sob medida para ela, e pela sua cara, eu realmente não sei se ela curtiu ou não a homenagem musical. Ela ficou com cara fechada a performance toda mas no final deu uma risadinha tensa. Ela é maluca, e só a própria consegue fazer seu trabalho impecavelmente.

E quando eu digo que ela é louca, é porque ela é louca de verdade. Eu já morei com um espanhol que trabalhou 1 ano lá na Islândia exatamente no bar que Björk frequentava, esse aqui do videoclipe de “Triumph of a Heart”, ele até já jantou na casa dela e já me contou vários casos bizarros dela. Além das festas regadas a sacos de cocaína à vez que ela quebrou umas taças no chão do bar e ficou dançando em cima.

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