http://cdn.buzznet.com/media-cdn/jj1/headlines/2010/02/we-are-the-world-25th-anniversary.jpgEstreou o videoclipe de “We Are the World” para o Haiti. A nova versão foi batizada de “We Are the world 25″ em comemoração aos 25 anos da gravação anterior.

Por onde começar? Aliás, já começou erradíssimo, com tanta gente talentosa naquela sala, JUSTIN BIEBER começou a música? Será que foi para representar a juventude, a esperança, o futuro? Medo. A hora que ele abriu a boca pensei “quem é essa menina gente?”, uns segundos depois descobri que era o astro teen…no further questions. Eu tenho tantas observações que vou esperar que vocês assistam primeiro e dividirei meus comentários em 3 partes após o vídeo.

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Quem brilhou?

Graças a Deus, segundos depois Justin, foi a vez de Jennifer Hudson e Mary J. Blige destruirem tudo, as duas são fodas. Celine Dion, Barbra Streisand e Tony Bennett representaram bem as divas das antigas. Da nova geração curti muito a participação da Pink e da Toni Braxton, que possuem vozes maravilhosas. Jammie Fox, Usher, Josh Groban e Will.I.Am souberam representar a ala masculina, até o Kanye West, apesar de douchebag total, se encaixou bem na música. Deixarem as partes de Michael Jackson, e adicionar a Janet Jackson cantando junto com ele foi uma linda homenagem, emocionei. A inserção do rap ficou interessante, deu uma modernizada na música, e como Quincy Jones mesmo disse “o hip hop é o rock n’ roll para muitos jovens hoje em dia”. E deixei por último o melhor do vídeo: FUCK YEAH ADAM LEVINE! A participação do vocalista do Maroon 5 foi demais, quero só essa parte no repeat, hehe.

Quem cagou?

Vou nem comentar mais do Justin Bieber, que eu acho que não devia nunca ter começado essa música. Outra parte que não deu ritmo e ficou bem estranha foi Enrique Iglesias, que ressurgiu das cinzas pra sussurar na música. O que foi o Wyclef Jean cantando? A princípio achei que era alguma técnica de aquecimento vocal, e vou nem comentar ele gritando Haiti da forma mais estranha do mundo. Fergie não fez muita diferença e Nicole Scherzinger fez a humilde, porque tenho certeza que na cabeça ela ela queria que a música fosse renomeada para “We Are The World featuring Nicole Scherzinger”. E a PIOR PARTE de toda a faixa: a galera do auto-tune, Akon, Li’l Wayne e T-Pain, VERGONHA. Para quem não sabe o auto-tune é um software modulador de voz, que faz parecer que você está falando por dentro de um tubo de PVC, que o T-Pain usa à exaustão. Totalmente desnecessário. Miley Cyrus e Justin Bieber também usaram um pouco de auto-tune.

Conclusão

A versão tem altos e baixos, mas consegue ser constante, porém não acho que as vozes se encaixaram tão bem quanto na versão de 25 anos atrás, muita gente aí não harmonizou no grupo. Haiti por Haiti a versão européia de “Everybody Hurts” deu um banho em “We Are The World 25″ como música beneficente, porém um ponto positivo para a gravação americana em detrimento da européia, é que a primeira celebra a esperança enquanto a segunda se foca muito na tristeza e na dor da tragédia.

 

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